quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Joinville, cidade das flores em Santa Catarina

Apesar de não ter uma vocação exclusivamente turística, não faltam bons programas quando a dúvida é o que fazer em Joinville. A maior cidade de Santa Catarina tem atrações para todos os gostos: de mirantes a passeios de barco, do maior festival de dança do mundo a restaurantes que cabem no bolso.
Nesse post listamos os principais pontos turísticos de Joinville além de opções culturais e gastronômicas pra você curtir o melhor da região.

O que fazer em Joinville

Colonizada por alemães, suíços e noruegueses, há muito o que fazer em Joinville. A cidade está estrategicamente localizada perto do mar (na Baía da Babitonga) e das montanhas, a apenas 130km de Curtiba e 176km de Florianópolis.

Visita ao Mirante de Joinville (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Mesmo se sua visita for de passagem, pode ser interessante dedicar um ou dois dias nessa região. Se tiver a oportunidade de vir em julho, o Festival de Dança é o maior do mundo e atrai turistas de todo o Brasil, como veremos mais abaixo.

PÓRTICO DE JOINVILLE

Nada como começar o roteiro pela porta de entrada da cidade. O Pórtico de Joinville é um dos principais cartões-postais. Construído no estilo enxaimel, influenciado pelas culturas alemã e holandesa, o monumento é de 1979 e abriga hoje um escritório da Secretaria de Turismo.
O que fazer em Joinville - Pórtico (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Ao lado fica o famoso moinho, onde funciona uma das unidades da Cervejaria Opa Bier. Com mesinhas ao ar livre, é um ótimo local pra apreciar a cerveja mais famosa da região.
O que fazer em Joinville - Moinho (Foto: Esse Mundo É Nosso)

MIRANTE

O Mirante de Joinville proporciona uma das vistas mais lindas e em todos os ângulos da cidade. Localizado praticamente no centro, dá pra avistar lá de cima até mesmo o mar. Carros não são permitidos, mas dá pra subir de ônibus, táxi ou bicicleta.. Vale a visita!
Visita ao Mirante de Joinville (Foto: Divulgação/Prefeitura de Joinville)

PRA VER A ARQUITETURA ENXAIMEL

Além do Pórtico, outros lugares fotogênicos para ver a arquitetura enxaimel, uma herança principalmente dos alemães, são o Mercado Público Municipal e a Estação da Memória, a antiga estação ferroviária construída em 1906.
O que fazer em Joinville - Mercado Público Municipal (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Mercado Público de Joinville

RUA DAS PALMEIRAS

Mudas vidas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro deram origem à Rua das Palmeiras de Joinville, uma das mais bonitas da cidade, cercada por diversas “colunas de árvores”. Hoje esse calçadão entre as ruas Rio Branco e do Príncipe levam ao Museu Nacional de Imigração e Colonização, que falaremos abaixo.
O que fazer em Joinville - Rua das Palmeiras (Foto: Esse Mundo É Nosso)
O que fazer em Joinville - Rua das Palmeiras (Foto: Esse Mundo É Nosso)

MUSEUS

MUSEU NACIONAL DE IMIGRAÇÃO E COLONIZAÇÃO – O MNIC fica em frente à Rua das Palmeiras num prédio do século XIX tombado pelo IPHAN. Guarda documentos e objetos que contam a história da imigração no Sul do Brasil. É o melhor lugar pra entender por que Joinville é conhecida como “Cidade dos Príncipes”, apelido que se refere ao fato de a filha de D. Pedro I ter se casado com o francês François Ferdinand, o príncipe da cidade, que recebeu como dote um pedaço de terra na região.
O que fazer em Joinville - Museu Nacional de Imigração (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Endereço: Rua Rio Branco, 229 – Centro
Horários: Terça a domingo, das 10h às 16h
Telefone: (47) 3453-3499
Entrada: Grátis

MUSEU DE ARTE DE JOINVILLE – Localizado num belo casarão às margens de um lago, tem um acervo permanente e recebe exposições itinerantes. O gramado do lado de fora do MAJ é um convite a um piquenique ou pra curtir os dias de sol.
O que fazer em Joinville - Museu de Arte (Foto: Esse Mundo É Nosso)
O que fazer em Joinville - Museu de Arte (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Endereço: Rua XV de Novembro, 1400 – América
Horários: Terça a domingo, 10h às 16h
Telefone: (47) 3433-4677
Entrada: Grátis

MUSEU ARQUEOLÓGICO DE SAMBAQUI – Expõe milhares de peças arqueológicas do povo sambaquiano, que viveu na região há mais de 5 mil anos. Endereço: Rua Dona Francisca, 600 – Centro
Horários: Segunda a sexta, 10h às 16h
Telefones: (47) 3433-0114 | (47) 3433-1162
Entrada: Grátis

INSTITUTO INTERNACIONAL JUAREZ MACHADO – A casa onde nasceu o famoso artista plástico joinvilense Juarez Machado guarda seu acervo e trajetória. Além disso, um pavilhão construído no jardim dá acesso a exposições temporárias de outros artistas.
O que fazer em Joinville - Instituto Juarez Machado (Foto: Divulgação)
Divulgação
Endereço: Rua Lages, 994 – América
Horários: Terça a sábado, das 10h às 19h; domingo das 15h às 19h.
Telefone: (47) 3033-3036
Site: institutojuarezmachado.com.br
Para mais museus na cidade, consulte a página da prefeitura.

PASSEIO DE BARCO ATÉ SÃO FRANCISCO DO SUL

Um dos pontos altos de o que fazer em Joinville é o passeio no Barco Príncipe, que navega pela Baía da Babitonga até a cidade histórica de São Francisco do Sul, no litoral catarinense.
Barco Príncipe de Joinville a São Francisco do Sul (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Barco Príncipe de Joinville a São Francisco do Sul (Foto: Esse Mundo É Nosso)

PARQUES

No comecinho da estrada que dá acesso ao Mirante fica o Zoobotânico, local que abriga mais de 200 animais em cativeiro. Além disso, o parque tem trilha, quiosques e playground.
Outro parque famoso, esse ao lado do Pórtico, é o Complexo Expoville. Além do Pavilhão de Exposições, o parque é procurado nos fins de semana para prática de esportes ao ar livre.

TURISMO RURAL

Mal dá pra acreditar que a poucos minutos da maior cidade catarinense é possível curtir o silêncio e a paz da natureza. A Estrada Bonita é um dos principais destinos, a apenas 25km do Centro. Essa sinuosa estrada guarda pontes de madeira, riachos, casas coloniais e muito verde, além de restaurantes, pequenas pousadas e estabelecimentos que vendem produtos “da roça”.
O que fazer em Joinville - Estrada Bonita (Foto: Esse Mundo É Nosso)
O que fazer em Joinville - Estrada Bonita (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Quem está com crianças vale a pena uma visita ao Museu Rural Ango Kersten. Os simpáticos donos desse sítio recebem os visitantes de braços abertos e com calóricas delícias para mostrar como funcionava a vida no campo há décadas e como é o trabalho hoje em dia. Além disso, um passeio de trator que atravessa o Rio Pirabeiraba leva os turistas para dentro do campo, passando por canaviais e pastos de animais.
O que fazer em Joinville - Estrada Bonita (Foto: Esse Mundo É Nosso)

FESTIVAL DE DANÇA DE JOINVILLE

Joinville é chamada de Capital da Dança por sediar o maior festival de dança do mundo. Se sua visita for em julho, aproveite para assistir por pelo menos um dia a esse espetáculo que atrai turistas do Brasil e do mundo.
O que fazer em Joinville - Festival de Dança de Joinville (Foto: Nilson Bastian)
Foto: Nilson Bastian
Se for em outra época, você também pode visitar a Escola do Teatro Bolshoi em Joinville, a única da renomada companhia fora da Rússia.
Visita à Escola Bolshoi em Joinville (Foto: Esse Mundo É Nosso)

GASTRONOMIA

Joinville tem uma deliciosa e variada gastronomia, que vão de delícias herdadas da colonização alemã até frutos do mar fresquinhos. Você pode conferir vários restaurantes, e também vale experimentar o café colonial e a famosa empada folhada que é uma das delícias imperdíveis.

Café Colonial em Joinville (Foto: Esse Mundo É Nosso)

CERVEJARIA OPA BIER

A microcervejaria mais famosa da cidade é a Opa Bier. Não é à toa que onde quer que você vá encontrará um bar ou quiosque da marca. Veja todos os endereços no site da marca.
O que fazer em Joinville - Opa Bier (Foto: Esse Mundo É Nosso)

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Tulum, a melhor praia do Caribe Mexicano

Pense em um lugar onde turistas nacionais e internacionais simplesmente tiram uma folga, colocam uma sandália e vão dar uma volta de bicicleta… Tulum é assim. Viajantes relaxados por toda parte, praias de areia branca fofa, coquetéis e música tropical. Tem algo melhor? Acredite se quiser, nossa equipe conduziu pesquisas sérias de campo e concluiu: Tulum tem tudo o que você precisa para fazer o stress ir embora de vez.
Tulum
Tulum, Quintana Roo, México

Onde fica Tulum?

A cidade fica na região do México conhecida como Península de Yucatán, 130 km ao sul de Cancún e 248 km ao norte de Chetumal, a capital de Quintana Roo. Esta é a sua oportunidade de apreciar a vista para o belíssimo Mar do Caribe.

O clima em Tulum

O clima em Tulum é bem quente o ano inteiro, assim como em toda a Riviera Maya. Mesmo assim, recomendamos que você leve um casaco leve para usar em dias de chuva ou se proteger da brisa marítima noturna. A temperatura fica em torno de 30°C no verão e 20°C no inverno.

O que tem para fazer lá?

Muita coisa. Mas fizemos uma lista das cinco melhores atividades em Tulum.
  1. Veja o sol nascer em uma das praias de Tulum

Um dos programas mais relaxantes do mundo. As praias de Tulum são perfeitas para ver o sol nascer. Se você levar alto-falantes, pode criar o clima ideal com a música certa, e não há nada como nadar com o sol nascendo sobre o mar do Caribe (nós sabemos que isso te animou, porque nós ficamos animados também).
Tulum
As praias de Tulum são perfeitas para ver o sol nascer.
  1. Visite o Sítio Arqueológico de Tulum

É óbvio, mas nós precisávamos mencionar para que você não tenha desculpa para não visitar. Esse passeio vai agradar crianças e adultos e é a sua chance de conhecer um pouco sobre a nossa história e cultura. Esta também é uma das poucas cidades maias que são litorâneas, então você terá uma vista incrível e as suas selfies serão campeãs de curtidas no Instagram.
Tulum
Ruínas Maias, Tulum, México
O parque nacional fica no Km 230 da Carretera Federal Chetumal – Cancún, 130 km ao sul de Cancún, onde se chega pela Carretera Federal 370.
Ele abre de segunda a domingo, das 8h às 17h. Visite o seu site para informações sobre preços de ingresso.
  1. Visite a Lagoa Kaan Luum

A 10 minutos de carro de Tulum (dependendo do motorista). Esta lagoa de águas cristalinas azul-celeste tem ainda um cenote!
Pode-se ver claramente onde começa o cenote, pois a cor da água muda repentinamente, e fica bem mais escura. É possível mergulhar no cenote. Se preferir, você pode simplesmente nadar até onde vai a corda que marca o limite. Só não passe desse ponto, pois pode ser arriscado.
Tulum
Lagoa Kaan Luum
Lembre-se que o uso de repelentes de inseto e protetor solar não é permitido, para não afetar o ecossistema da lagoa.
  1. Aventure-se no Parque Dos Ojos

Este é um rio subterrâneo com 83.300 metros de extensão. Seu nome se deve a dois cenotes redondos que parecem olhos quando vistos de cima. Dos Ojos é o terceiro rio subterrâneo mais extenso do mundo, com 28 cenotes descobertos (e os especialistas ainda estão explorando).
Você ficará boquiaberto diante da beleza natural da mãe natureza, mas quando o choque passar, use todos os sentidos para assimilar toda essa maravilha. O lugar oferece atividades como mergulho com snorkel ou autônomo, tirolesa, trilha e caminhada exploratória na floresta. Você está em um dos lugares mais lindos do mundo!
Tulum
Cenote Dos Ojos em Quintana Roo, México
No local também há um museu fascinante sobre a era do gelo, que conta a história dos mais antigos fósseis humanos encontrados nos cenotes. A criançada vai adorar! Nessa área, eles também oferecem aluguel de bicicleta para todas as idades.
O parque funciona diariamente das 9h às 17h. Recomendamos que tragam toalhas. Pode-se usar repelentes de insetos e protetor solar, desde que sejam biodegradáveis. E claro, recomendamos o uso de calçados e roupas confortáveis para caminhar bastante.
Para mais informações sobre custos, visite o site do parque.
  1. Alugue uma bicicleta, passe a tarde pedalando pelas ruas de Tulum e feche o dia com chave de ouro em um bar na praia

Não dá para imaginar ir a Tulum sem fazer isso. Andar de bicicleta já é super agradável, e se você combina isso com uma cidade linda e pacata do Caribe Mexicano como Tulum, o programa se torna ir-re-sis-tí-vel. Não tem nada melhor, você precisa experimentar.
Tulum
Vários lugares em Tulum oferecem aluguel de bicicletas
Vários lugares em Tulum oferecem aluguel de bicicletas (para saber quais são os mais baratos, pergunte aos moradores locais). E para finalizar, escolha um dos vários bares que Tulum tem a oferecer. Beba uma cerveja ou tome um shot para relaxar, enquanto contempla o mar.
Recomendamos o La Eufemia Bar, que captura o clima perfeito de Tulum e ainda oferece comes e bebes a preços bem razoáveis.

Por falar em comer, agora vem a melhor parte…

Nós já demos dicas do que fazer, mas sabemos que você vai precisar parar e reabastecer as energias, então faça isso do jeito certo: com muito sabor e tempero.
A primeira opção você já conhece: Cochinita Pibil (prato tradicional da culinária mexicana com carne suína). Para preparar Cochinita Pibil, a carne é marinada no urucum, embrulhada em folhas de banana da terra e cozida em um forno improvisado em um buraco no chão, chamado de pib.
Alguns lugares permitem inclusive que você assista o preparo. É possível encontrar esse prato em restaurantes tradicionais e até em food trucks. Recomendamos a Taquería Honorio, um dos mais famosos restaurantes especializados em tacos de Tulum.
Tulum
Cochinita Pibil
O Tikin Xic é feito com peixe grelhado temperado com urucum, tomate, cebola e ervas. Deu até água na boca! Os Poc chuc, panuchos preparados com peru e salbutes. Baratos e saborosos.
É claro que você não pode perder a oportunidade de descobrir e comprar alimentos que não se encontra em casa. As frutas locais do sul do México são muito suculentas e refrescantes. Recomendamos que você experimente guaya (lima espanhola), sapoti, pitaia, murici, mamey, graviola e maracujá.

Onde comer em Tulum

Voltando às raízes, precisamos falar sobre Quekas. Este restaurante tem o melhor do prato mexicano conhecido internacionalmente: as quesadillas. Além de serem deliciosas, as quesadillas deste restaurante têm um preço bem em conta. O estabelecimento servem quesadillas de torresmo, tinga de frango, pimentão poblano… Todas iguarias tradicionais.
O mais engraçado (e um tanto óbvio) são os avisos de que todas as quesadillas contém queijo. Eles estão por toda parte. Sendo assim, deixem bem claro se não quiserem queijo.
E não podemos deixar de lado um dos restaurantes mais famosos da região. A Casa Jaguar funciona apenas para o jantar e exige reserva. É um espaço rústico decorado com plantas silvestres. As velas espalhadas pelo restaurante criam um clima romântico e misterioso.
Aqui você encontra drinques preparados com frutas exóticas e mezcal ou tequila. Se você não gostar de experimentar, tudo bem: eles também servem drinques mais tradicionais. Porém, nós recomendamos que você saia de sua zona de conforto e experimente algo novo. Você não vai se arrepender. Afinal de contas, só se vive uma vez.
O restaurante conta com uma vasta gama de opções para satisfazer e agradar tanto veganos quanto carnívoros.

Como chegar a Tulum

De avião

O primeiro destino é o Aeroporto de Cancún, o segundo maior do México em número de conexões. Você pode optar entre voos de companhias aéreas mexicanas, como Viva Aerobus, Interjet, Aeroméxico e Volaris, ou internacionais.
Para chegar a Tulum, pegue um ônibus operado pela ADO do aeroporto ou uma das vans coletivas que partem de Playa del Carmen.

De carro

Se vier de Cancún ou de Chetumal, pegue a rodovia 307. Essa rodovia conecta as três cidades e todos os seus pontos de parada ficam próximos ao mar, o que oferece uma oportunidade de apreciar a vista.
Você pode alugar um carro e passear pela região. Essa é uma opção bem prática e popular na Riviera Maya, pela facilidade de acesso às cidades vizinhas na hora em que desejar, e pela variedade de opções turísticas para todos bolsos.

De ônibus

Se você vier da Cidade do México, de Puebla ou de qualquer outra cidade no centro ou centro-sul do país que tenha ônibus operados pela ADO, pode tomar qualquer uma das linhas para chegar a Tulum. Na região sul, outras empresas oferecem esse serviço. Para quem parte ao norte da Cidade do México, é necessário fazer uma parada na capital ou em Puebla, pois as linhas do norte não atendem os estados do sul.

O melhor hotel de Tulum

Para que você tenha uma experiência completa, recomendamos um hotel que capture a essência de Tulum. E era isso que Emilio Heredia tinha em mente ao criar o Papaya Playa Project, um complexo com 85 cabanas, simples e de luxo, que proporciona aos hóspedes a chance de se desconectar de absolutamente tudo (até do celular).
Tulum
Hotel Papaya Playa Project
Imersão na selva com uma vista esplêndida para o mar. Neste local criado para aflorar a criatividade individual ou de grupos, você vai poder relaxar por completo. A música também tem um papel fundamental, combinada com o ambiente para se tornar parte do ecossistema.
Saboreie iguarias e drinques regionais o dia inteiro no clube de praia, ou, se preferir, aproveite para relaxar com uma massagem, um tratamento de beleza ou até ioga, e aulas de tai chi chuan ou de meditação.
Tulum
As cabanas são completamente ecológicas, e você pode escolher entre várias opções de quartos, de cabines com deques particulares a quartos compartilhados equipados com beliches.
Tulum
O hotel tem três piscinas externas, quartos com ar condicionado, Wi-Fi na recepção, além de oferecer barracas de praia e estacionamento grátis. Conta ainda com serviços de recepção 24 horas, café da manhã incluído, serviço de quarto diário, serviço de babá no quarto e traslado para o aeroporto.
Tulum
Suíte Deluxe com piscina particular
A localização também é ótima, a um pulo das ruínas e de outras atrações de Tulum.

terça-feira, 23 de julho de 2019

Razões para você visitar a Polônia


A Polônia é um destino pouco frequente no roteiro de turistas que vão para a Europa. Mas o país é fascinante, com tesouros culturais, cidades medievais, castelos, montanhas e praias no Mar do Norte. Mais econômicas que as principais capitais europeias, grandes cidades polonesas como Varsóvia e Cracóvia têm acomodações, refeições e, ainda, ótimas cervejas locais artesanais a preços moderados.
Vamos explorar uma das mais belas cidades polonesas?

Cracóvia


Castelo Real de Wawel
the Wawel castle and cathedral seen from an adjacent street

Um forte no centro da cidade. Ele fica em uma colina a aproximadamente 750 pés acima do nível do mar e é um símbolo da condição de Estado da Polônia e uma lembrança de quando Cracóvia, não Varsóvia, foi a capital da Polônia. A propósito, também é uma enciclopédia incrível de estilos arquitetônicos.


Dragão de Wawel

O lendário animal vivia na caverna sob a Colina de Wawel, soltava fogo e preferia uma dieta de virgens. Felizmente para os cracovianos, a criatura não olhava para baixo por causa de um cordeiro recheado com enxofre, que foi inteligentemente plantado na frente da caverna por um jovem. Depois de consumir o cordeiro envenenado, o dragão foi forçado a beber a metade do rio Vístula para apagar o fogo feroz em sua barriga, mas sem sucesso. Em vez disso, ele explodiu. Hoje, o único dragão sob o castelo Wawel é o feito de bronze por Bronisław Chromy, que solta fogo depois de uma mensagem de texto com a palavra smok (dragão) enviada para o número 7168 – super curioso isto, não?


Praça Principal

Este é um lugar onde os turistas vão passar, mais cedo ou mais tarde. Quando foi construído em meados do século 13, foi o maior mercado na Europa medieval. Hoje em dia continua sendo um dos maiores. Tamanho por si só não é o que o torna único, no entanto. A multiplicidade de locais ao redor e na praça – os museus, arquitetura, restaurantes e todas as atrações – resultou na inclusão na lista de Patrimônio Mundial da UNESCO em 1978. O icônico Lonely Planet a nomeou a praça principal mais bonita do mundo em 2013.

Obwarzanek Krakowski (bagel da Cracóvia)



O obwarzanek é na Cracóvia como a bagel é em Nova Iorque. Ambos podem ser descritos como uma massa redonda com um buraco no centro, mas o obwarzanek é um desses produtos tradicionais assados que qualquer excursão culinária pela Cracóvia seria incompleta sem ele. Está presente nas mesas da Cracóvia desde o século 13. Hoje, obwarzanek é vendido em carrinhos encontrados em várias partes da cidade.

O Rio Vístula

É chamado de a rainha dos rios da Polônia, e Cracóvia é associada a ele de uma forma especial. Hoje, enquanto flui rapidamente pela cidade e suas pontes, seu curso parece óbvio. Mas no início da história da Cracóvia, o rio tinha dezenas de ramos que formavam ilhas. Por razões de segurança, foi nessas ilhas que os primeiros colonos começaram a construir suas casas.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

O destino principal da Tailândia, Bangkok

A capital da Tailândia é uma megalópole onde seis milhões de pessoas convivem diariamente com a religião e o paganismo, as tradições ancestrais e a modernidade, a beleza e o caos. Enxergar o ponto de equilíbrio é impossível para um marinheiro de primeira viagem. E nisso reside o maior poder de sedução do destino.

Moeda: Baht tailandês (THB)
Necessita de vacina contra Febre Amarela
Brasileiros não precisam de visto para este destino
Idioma: Tailandês
Fuso Horário: + 10 horas


A área de Rattanakosin conta com os magníficos templos Wat Arun, Wat Pho e Wat Phra Kheo. São lugares que merecem muitos cliques e também a visita. Lá estão alguns dos melhores massagistas do planeta. Aproveite! No mesmo quarteirão, está o antigo Palácio Real, outro ponto bastante frequentado por turistas.
No roteiro, não pode faltar também o aclamado bairro de Chinatown, onde uma multidão de pedestres disputa cada milímetro com barraquinhas de comida e de todo o tipo de badulaque. Dar uma volta de tuk tuk (o lendário táxi de três rodas) entre os lugares mais emblemáticos da capital é um clichê necessário.

Dicas de Gastronomia: O Nang Gin Kui (Charoenkrung Soi, 20) é um restaurante excêntrico em Chinatown. O ambiente, repleto de detalhes e imagens douradas, é o pano de fundo para um jantar diferente, recheado de pratos clássicos da culinária tailandesa. O serviço exclusivo fecha o pacote de boas opções do local.
Já o Rock Restaurant and Bar (Soi Chamnan Akson, 7/1) proporciona a combinação entre alimentos e coquetéis. O menu vegetariano é capaz de agradar até os aficionados por carne. Vale o investimento.

Dicas de fazer as melhores Compras: Bangkok ostenta o título de possuir o maior mercado do mundo, chamado Chatuchak. O local abriga mais de nove mil estandes. Se não encontrar o que está procurando por lá, é melhor desistir.

Dicas de como chegar: Como não há voos diretos entre o Brasil e a Tailândia, a forma mais rápida e barata de chegar a Bangkok é por meio das companhias que fazem o percurso com pelo menos uma escala. KLM, British Airways, Lufthansa, Air France, Emirates e Qatar são algumas das que oferecem o serviço.

Melhor época para conhecer: de outubro a meados de maio, fora da época das monções.

Confira as fotos:

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Faça uma viagem para o Chile no inverno, confira o porque

Se tem um país propício para ser visitado durante o inverno, este país é o Chile. É daqueles destinos repletos de atrações para os dias frios – de esportes na neve aos maravilhosos vinhos.

Portanto, vale ficar de olho nas promoções de passagens para o Chile nesse inverno e embarcar em uma viagem inesquecível. Para ajudar na inspiração, veja a seguir 11 razões para fazer uma viagem para o Chile no inverno.

 
Nada mal fazer uma viagem para o Chile com vistas como esta… © cleide_isabel

Quem é da opinião que a viagem em si vale tanto quanto o destino final, terá no Chile um prato cheio para uma road trip. A famosa Carretera Austral é a única estrada que conecta o norte e o sul do país com quase mil quilômetros de cascalho que atravessam florestas tropicais, geleiras, vulcões, fiordes e rios. Ou seja, paisagens sensacionais por toda parte, que por si só já valem fazer uma viagem para o Chile.


Do alto dos 880 metros do Cerro San Cristóbal vê-se quase toda Santiago © davidberkowitz

Não é preciso escalar as Cordilheiras dos Andes para ver a capital Santiago lá de cima. Subir os famosos “cerros” (colinas) e dar uma paradinha nos vários mirantes é garantia de ter vistas de cair o queixo.

O Cerro San Cristóbal é o mais alto de Santiago, com 880 metros de altura. Fica no bairro Bellavista e, para subir, pode-se pegar o funicular (em dez minutos) ou seguir por uma das várias trilhas que levam ao topo, onde estão dez mirantes com vistas panorâmicas incríveis.

Outra boa pedida é o Cerro Santa Lucia, em Lastarria, cujo mirante no topo é ponto privilegiado para apreciar a arquitetura, as montanhas e os principais pontos turísticos de Santiago. Só vai precisar um pouquinho de fôlego, para subir os quase 300 degraus até o mirante!


Hora de realizar aquele sonho de esquiar na neve… com ou sem tombos! © grechman

Como pensar em viajar para o Chile no inverno e não falar em neve e esqui? Se a ideia é mesmo encarar a aventura (e os inevitáveis tombos), o rumo mais popular é o Valle Nevado, um dos maiores centros de esqui do país. Fica a cerca de uma hora do centro de Santiago, e abre entre junho e setembro/outubro.

São inúmeras pistas de esqui e snowboard, além de ótimos restaurantes, hotéis e resorts junto ao complexo. Vale a pena reservar um dia inteiro, seja para aprender a esquiar, seja para conhecer o complexo e ver os mais experientes arrasando nas pistas de neve.


O privilégio de ver um Concha y Toro novinho sendo envelhecido © c32

Fazer turismo no Chile sem incluir vinhos não dá. Inegavelmente entre os melhores do mundo, os vinhos chilenos merecem uma atenção mais do que especial quando se visita a terra deles. Afinal, impossível de resistir ao privilégio de vê-los sendo criados na sua frente. Para isso, vale procurar uma das tantas vinícolas e visitar suas dependências – com certeza um dos mais populares passeios no Chile!

Bons exemplos são a Vinícola Undurraga, na cidade de Talagante, e, claro, a mais famosa de toda a América do Sul, a Vinícola Concha y Toro, em Pirque, a cerca de uma hora e meia do centro de Santiago.

No tour guiado pela Concha y Toro, o visitante percorre a imensa propriedade cercada por belos lagos e com o casarão amarelo onde viveu o fundador. Pode-se visitar os amplos vinhedos e as adegas, onde o vinho descansa em barris de carvalho por meses. Destaque para a adega Casillero del Diablo. No fim do tour, as esperadas degustações, com direito a uma taça de souvenir.


Até os icebergs são azuis no incrível Parque Nacional Torres del Paine © Leonora (Ellie) Enking

Um dos grandes símbolos naturais do Chile, o Parque Nacional Torres del Paine é o lugar perfeito para quem gosta de aventura em meio a lindas paisagens. É possível fazer uma trilhas que vão de três horas até circuitos inteiros de 10 dias caminhando pelo parque. Afinal, são nada menos que 242 mil hectares de área total!

Já os menos esportistas podem apenas apreciar os lagos que margeiam a maioria das estradas, que possuem uma quase inacreditável variação de tons azuis e esverdeados, criando um visual deslumbrante.

Outro destaque é o Glaciar Grey, considerada a maior extensão de gelo em território continental, com seis quilômetros de largura e 30 metros de altura. Os passeios de barco passam bem perto do paredão de gelo e geralmente no fim da viagem, a tripulação serve um uísque ou pisco com cubos de gelo tirados do glaciar!


Prepare-se para os cenários quase cinematográficos da Geleira San Rafael

Quem estiver disposto a encarar o sul do Chile no inverno – com seu típico clima frio e chuvoso – não pode perder de ver de perto a espetacular Geleira San Rafael, na Patagônia Chilena. É a mais famosa geleira de Campos de Hielo Norte, composta por camadas de gelo de mais de 30 mil anos.

Declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, a geleira assemelha-se a um braço que nasce no campo de gelo – a 3 mil metros de altura – e estende-se até a Laguna San Rafael, onde transforma-se em um imponente paredão de gelo. É desta parede que se soltam os icebergs que flutuam sobre as águas da lagoa, conectada ao mar. Impossível não se encantar com as variações de azul e turquesa das torres da geleira – fotos incríveis garantidas!


Belo detalhe de La Chascona, uma das residências de Pablo Neruda © ana_raquel

O poeta mais famoso do Chile tem casa-museu dedicada a ele na capital Santiago. “La Chascona”, como é conhecida, foi uma das três residências construídas por Pablo Neruda, onde viveu com a terceira esposa, Matilde Urriaga.

Apaixonado pelo mar, ele projetou uma casa que lembra um barco, com cômodos arredondados, de teto baixo, grandes janelas e decoração com móveis de antigos navios. O local é cheio de passagens secretas por onde Neruda gostava de surpreender seus convidados.

O acervo conta com livros e anotações do poeta, além de fotos com escritores brasileiros como Jorge Amado e Vinícius de Moraes. Destaque também para a exibição do prêmio Nobel de Literatura, que Neruda recebeu em 1971.


A “centolla” é um dos pratos mais tradicionais de Santiago – vai encarar? © juantiagues

Uma desculpa perfeita para visitar o popular Mercado Central de Santiago (prédio de 1872!) é provar a “centolla”, o caranguejo gigante chileno. A refeição não vai ser exatamente barata, mas não há nada mais tradicional em Santiago.

Aliás, a culinária chilena é conhecida por usar os incríveis peixes e frutos do mar pescados no Oceano Pacífico. Vale também provar, por exemplo, o típico “congrio”, frito ou grelhado.


A aparência é esquisita, mas o sabor é dos mais refrescantes… © tuguriodetom

Em termos de bebidas, nada mais clássico no Chile do que tomar um “mote con huesillos”. A bebida é uma espécie de chá com grãos de trigo cozidos, pêssegos desidratados e um aroma de canela. É servida gelada e com uma colher – justamente para comer o trigo e os pêssegos. Tudo bem que é uma bebida mais popular no verão, mas nada impede de prová-la sob qualquer temperatura. Viajar para o Chile e não provar um mote con huesillos, não vale.

Em princípio, pode soar chulo ou vulgar, mas os “cafés com piernas” são uma tradição super elegante em Santiago. Tratam-se de cafeterias onde as garçonetes, jovens e bonitas, usam minissaias ou vestidos curtíssimos e justos. A clientela, como esperado, é majoritariamente masculina – em alguns cafés, o espresso pode vir acompanhado até de um beijinho no rosto do cliente. São vários pelo centro da idade – a rede Haiti é uma das mais tradicionais.


Os pinguins-de-magalhães dividem o espaço com os turistas na Isla Magdalena © monchan

Quem tem com objetivo visitar as Torres del Paine ou mesmo a Patagônia, provavelmente vai dar uma paradinha em Punta Arenas. E essa mera escala pode se transformar em um destaque da sua viagem para o Chile, se incluir uma visita à Ilha Magdalena, conhecida por abrigar os adoráveis pinguins de Magalhães.

Para chegar até a ilha, a dica é fazer um tour de bote (a empresa Solo Expediciones é uma das que oferece o passeio), que atravessa o Estreito de Magalhães. A Ilha Magdalena recebe todos os anos uma colônia de mais de 150 mil pinguins, que ficam à vontade pelo local e frequentemente interagindo com os visitantes. No mesmo tour, pode-se passar pela Ilha Marta, que possui uma colônia com mais de mil lobos marinhos. Nesse caso, não se desce na ilha, mas o barco para pertinho da colônia para ver os simpáticos animais.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Tailândia, conheça Chiang Mai

Desconsidere conhecer todos os monumentos sagrados de Chiang Mai em poucos dias de viagem. É missão impossível, leitor. As 300 construções devem ser apreciadas sem pressa, aproveitando o máximo de cada experiência. Mas nada de tristeza, porque Chiang Mai é um destino de primeira linha, com uma culinária especialíssima e dono de paisagens deslumbrantes. Descubra a capital espiritual da Tailândia!

Moeda: Baht tailandês (THB)
Necessita de vacina contra Febre Amarela
Brasileiros não precisam de visto para este destino
Idioma: Tailandês
Fuso Horário: + 10 horas



Atividades


Entre os templos, os principais são Wat Phra Singh, que abriga a imagem do “Buda Leão”, a mais importante de Chiang Mai; Wat Chedi Luang, onde há monges de plantão para conversar (procure a plaquinha “monk chat”); Wat Chiang Man, o mais antigo; Wat Umong, cercado por florestas; e Wat Suan Dok, com uma cúpula dourada.

Os arredores de Chiang Mai são igualmente interessantes e abrigam tribos indígenas (como as famosas mulheres de “pescoço de girafa”) e campos para safáris de elefantes.

Gastronomia


O DK David`s Kitchen at 909 (Moo 3, Sanpisuur Road) é um restaurante francês que merece o deslocamento. Afastado do grande centro, o estabelecimento atrai pela perícia na elaboração de receitas gourmet. É de dar água na boca!

O salão de chá Kalapela (145, Ratchadamnoen Road) é outro local que merece destaque. Com recepção calorosa e carta de chás gelados de dar inveja, o restaurante ganha pontos ao oferecer também café, saladas, sanduíches e sobremesas feitas na hora.

Compras


Chiang Mai possui um mercado noturno agitado, com alimentos, bebidas, suvenires e outros milhares de artigos. É o ponto de encontro para quem precisa forrar a mala de presentes.

Como chegar


Como não há voos diretos entre o Brasil e a Tailândia, a forma mais rápida e barata de chegar à capital Bangkok é por meio das companhias que fazem o percurso com pelo menos uma escala. KLM, British Airways, Lufthansa, Air France, Emirates e Qatar são algumas das que oferecem o serviço. A partir de Bangkok, pode-se chegar em Chiang Mai com ônibus (nove a 12 horas), trens (12 a 15 horas, incluindo opções de viagens noturnas) ou avião (cerca de duas horas, via Thai Airways e Air Asia).

Melhor época


De dezembro a abril, quando as temperaturas são agradáveis e há menor probabilidade de chuva.
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