A Austrália possui diversas paisagens e belezas naturais espalhadas pelo país que atraem milhares de turistas todos os anos. A Grande Barreira de Corais é uma imensa faixa de corais composta por cerca de 2900 recifes, 600 ilhas continentais e 300 atóis de coral, situada entre as praias do nordeste da Austrália e Papua-Nova Guiné.
A grande barreira possui 2.900 quilômetros de largura e é um dos pontos de mergulhos mais famosos do mundo. Uma grande parte do recife é protegido pelo Parque Marinho de Grande Barreira de Corais, que ajuda a limitar os impactos do uso humano, como pesca e turismo. Em 1981, foi selecionada como um Patrimônio Mundial e uma das sete maravilhas naturais do mundo.Uma variedade de passeios de barco e cruzeiros são oferecidos, a partir de viagens único dia, para viagens mais longas – há muitos hotéis e resorts localizados ao longo da costa, que são perfeitamente adequados para uma escapadela romântica, final de semana ou férias com a família. – A região também oferece uma variada gama de operações turísticas: excursões de dia, de noite e passeios longos, snorkelling, mergulho e cartas de pesca, passeios de avião ou helicóptero, barcos, esportes e atividades aquáticas, observação de baleias e o mais procurado, o mergulho com golfinhos.
Onde: Chile Quando: Dezembro a Março (para evitar multidões) Porquê: Uma cidade de mochileiros na base de um vulcão ativo
Ao lado de um lago à sombra do vulcão Villarica, que entrou em erupção em 2015, Pucón é um centro de aventura com um ambiente alpino descontraído. As agências de turismo locais oferecem muitas maneiras de desfrutar a região dos grandes lagos do Chile, incluindo rafting e caiaque, esqui e caminhadas com raquetes de neve por entre bosques repletos de árvores antigas. E para relaxar depois de toda a atividade, há algumas piscinas naturais deslumbrantes no meio da floresta.
Badian
Onde: Ilha de Cebu, Filipinas Quando: Novembro a Fevereiro Porquê: Um paraíso subaquático rodeado de florestas tropicais Uma das portas da zona sul de Cebu, Badian oferece várias aventuras ao ar livre, natureza e praias de tirar o fôlego.
No interior há lugares onde você poderá atravessar cachoeiras com um caiaque, incluindo a queda trifásica de Kawasan Falls, e trilhas para caminhar até ao topo de Osmena. Ao longo da costa, praias de areia branca se alinham nas baías de Alcoy e Aloguinsan e alguns dos melhores mergulhos da região, com potencial para encontrar tubarões-baleia, ficam nas proximidades de Moalboal.
Swakopmund
Onde: Namíbia Quando: Em qualquer época do ano Porquê: Divirta-se nas melhores dunas da África O deserto encontra o oceano nesta cidade na costa da Namíbia, oferecendo um grande número de atividades cheias de adrenalinas.
As dunas são perfeitas para andar de bugre ou com um sandboard, o oceano é perfeito para uns mergulhos no paraíso e, para aqueles que preferem aventuras aéreas, tem paraquedismo e parapente na costa espetacularmente virgem.
Onde: Maiorca, Espanha Quando: Março a Maio ou Setembro a Novembro (para evitar as hordas de turistas) Porquê: Uma ilha acessível que oferece uma grande variedade de aventuras a todos os níveis Seja lá o que você chama de aventura, você poderá experimentá-lo em Maiorca, uma linda ilha com cavernas e precipícios, cercada por falésias gigantes.
A maior das Ilhas Baleares, Maiorca, fica na costa leste da Espanha e é um local aclamado por suas trilhas e ciclismo. Mas a paisagem rochosa costeira e as cavernas e desfiladeiros do interior também fornecem o parque de diversão para aventuras mais recheadas de adrenalina, incluindo saltos de penhascos, trilhas em caverna e canoísmo.
Alta
Onde: Noruega Quando: Final de Janeiro até Março Porquê: Aventuras de inverno numa das cidades mais ao norte do mundo Um pequeno paraíso no platô ártico escandinavo, Alta dá acesso a uma aventura invernal verdadeiramente remota.
Embora a escuridão cubra a cidade durante 24 horas durante muitas semanas no inverno, a estação oferece luz suficiente para sair e brincar. Snowmobile ou fatbike nos fiordes congelados, pesca no gelo, caiaque nos rios derretidos do glaciar azul ou esqui cross-country para ver a aurora boreal.
Onde: França
Quando: Maio ou Outubro para evitar as multidões de turistas
Porquê: Provavelmente você conhece essa região pelas incríveis pistas de esqui, mas seu apelo no verão em relação ao inverno não deixa nada a desejar
Na sombra do Mont Blanc e rodeado de montanhas, nasceu o ultra moderno paraíso das trilhas: o Ultra Trail du Mont Blanc (UTMB) que acontece a cada Agosto ou Setembro.
Os teleféricos nas imensas pistas de esquis têm acesso a enormes picos de granito, entrelaçados com trilhas de corrida e mountain bike. Vista o seu melhor calçado com crampon (daqueles que possuem pontas para ficar no solo) para chegar ao Mer de Glece, ou escale um das diversas vias - desde às mais voltadas aos principiantes até aquelas voltadas ao mais experiente, incluindo o cartão-postal Mont Blanc.
La Fortuna
Onde: Costa Rica
Quando: Fevereiro a Abril
Porquê: Aventura a pé, no rio e nos céus neste retiro florestal
É possível ouvir as rochas despencando do Vulcão Areal nesta pequena vila, que é o ponto de partida para aventuras nas florestas tropicais deste país.
Localizada na base de um parque nacional, como abre-alas a uma ampla variedade de aventuras, incluindo trilhas de montanha, rafting, tirolesa sobre a floresta, viagens de SUP no Lago Arenal, rapel em cachoeiras enormes e parques aquáticos naturais para relaxar.
Onde: Nepal Quando: Em Maio ou de Setembro a Novembro Porquê: É a capital dos esportes radicais do Nepal, junto aos Himalaias Esta cidade é um dos pontos de partida das trilhas para Annapurna. Mas ela também se transformou num paraíso para quem gosta de longas caminhadas em ambientes selvagens.
Admirando a beleza da região
A capital dos esportes radicais do Nepal hospeda esportes aquáticos no Lago Phewa, assim como algumas das principais áreas de parapente do mundo nas proximidades. Há também lugares para praticar mountain bike, voo de ultraleve, escalada, rafting ou caiaque no turbulento rio Trisuli para alguns picos de adrenalina pré ou pós-caminhada.
Onde: Argentina Quando: Dezembro a Fevereiro Porquê: Trilhas de montanha O isolado El Chalten, que fica no Parque Nacional Los Glaciares, é marcado pelos impressionantes picos afiados de Fitzroy e Cerro Torre.
O horizonte do pilar rochoso pode ser visto a partir da cidade e existem muitas, muitas trilhas para se chegar às vias de escalada de classe mundial, incluindo a caminhada diurna de Laguna de los Tres, que termina na base dos picos de granito do Fitzroy.
Férias de aventura são tão populares que, na época de alta temporada, é uma tarefa quase tão difícil como encontrar uma vaga de estacionamento em shopping no final de semana. Portanto, se você está em busca de praias verdadeiramente virgens e montanhas sem nenhum youtuber registrando cada passo dado com um pau de selfie, está na hora de abandonar as listas clássicas de melhores destinos e descobrir lugares diferentes. Reunimos algumas das joias raras no planeta para você aproveitar à sua própria maneira, seja através de uma linda trilha, um mergulho no mar ou uma pedalada na montanha.
Onde: Nova Zelândia Quando: Ano inteiro Porquê: Para quem tem aventura no sangue, esse é O lugar
Os viciados em adrenalina vão direto para Queenstown para praticar esportes radicais. Mas Wanaka, apenas a uma hora de carro de lá, oferece aventuras igualmente emocionantes num ambiente menor, mais descontraído e incrivelmente belo à beira do lago.
No inverno, Treble Cone é uma estância popular de esqui, enquanto no verão, Wanaka é a porta de entrada para um lago e um playground de montanhas para a prática de esportes aquáticos, trilhas, ciclismo off-road e paraquedismo. O Monte Iron ou o Monte Roy, nas proximidades, oferecem vistas incríveis do Lago Wanaka e das montanhas ao redor.
A tirolesa é uma atividade que surgiu na região de Tirol, na Áustria e inicialmente era utilizada com forma de transporte de animais, pessoas e mantimentos instaladas entre rios e montanhas. A técnica faz com que os praticantes tenham a sensação de estar voando, sobre um território sem exigir esforços físicos.
Como atividade turística a tirolesa não exige experiências técnicas. No Brasil a atividade é encontrada em diversos estados e cada possui uma peculiaridade diferente algumas são instaladas em mirantes, outras acima de lagos onde é possível se jogar adicionando mais adrenalina, conheça as melhores tirolesas no Brasil .
Lagoa do Jacumã, Rio Grande do Norte. Foto: Divulgação
Tirolesa no Brasil: Engenho, Florianópolis – SC
Localizada dentro Engenho Park em Florianópolis a tirolesa do engenho é considerada a mais radical do Brasil, não por sua extensão com apenas 650 m, mas por sua altura de 220 m que faz com que o praticante possa chegar a 120 km/h. Do topo do Morro dos Macacos é possível avistar a Praia Mole, Joaquina, Inglese, Santinho, Moçambique e Barra da Lagoa.
Mega Tirolesa Pedra Bela
A maior tirolesa do Brasil possui 1900 m de extensão com 190 m de altura e pode atingir velocidade de até 107 km/h. A Mega Tirolesa está situada na cidade de Pedra Bela, município da região de Bragança Paulista.
Tirolesa Voadora, Socorro – SP
A primeira tirolesa voadora do Brasil, nela o aventureiro vai deitado de bruços como se estivesse voando mesmo, possui 1 km de extensão e 140 m de altura seu percurso dura 1 minuto. A instalação está localizada no hotel fazenda Parque dos sonhos.
Tirolesa no Brasil: Adventure Park, Lages – SC
Passando por diversas formações rochosas, a principal atração do Adventure Park possui 1200 m de extensão e seu ponto mais alto 150 m.
Tirolesa no Brasil: Morro de São Paulo – BA
Ao lado do Farol de Morro de São Paulo no mirante está localizada a maior tirolesa dentro d’água do Brasil. São 70 m de altura e 340 de comprimento que levam o aventureiro direto para as águas claras da Primeira Praia.
Tirolesa Alto Astral, Dias d’Ávila – BA
Com uma descida de 500 metros e uma de retorno com 320 metros, a Tirolesa Allto Astral é a tirolesa mais rápida do Brasil e a única com descida noturna. Há 46 km de Salvador, na cidade de Dias d’ Ávila, a tirolesa é ideal para quem quer um dia inteiro de diversão próximo a capital baiana.
Voo do Gavião, Chapada dos Veadeiros – GO
No percurso do Voo do Gavião, é possível contemplar boa parte da geografia da Chapada: Morro da Baleia, Serra das Cobras, Serra Almécegas, Morro da Conceição, Serra da Boa Vista. A tirolesa tem trajeto médio, são 850 metros de extensão a 100 metros de altura e a velocidade média é de 55 km/h.
Lagoa do Jacumã – RN
Uma das mais famosas tirolesas do Brasil, também é conhecida como aerobunda. A tirolesa da Lagoa Jacumã, fica perto de Natal e é uma das paradas de quem faz o passeio até as duanas de Genipabu. A atração tem duração de 15 segundos e sua altura é de 30 metros.
Pedra Caída, Chapada das Mesas – MA
Localizada em Carolina, no estado do Maranhão, a tirolesa do complexo da Pedra Caída percorre cerca de 1200 m de percurso, e seu ponto mais alto é sem dúvidas o melhor lugar para apreciar o pôr do sol na chapada.
Minas do Camaquã – RS
A maior tirolesa do Rio Grande do Sul foi construída no parque Minas Outdoor Sports com 1110 m de comprimento. O trajeto percorre o arroio João Dias saindo do topo da Pedra da Cruz e vai até as proximidades da barragem, sua velocidade pode atingir até 85 km/h.
Praia dos Carneiros – PE
Confira o cenário maravilhoso da Praia dos Carneiros, no Pernambuco, em um zipline alucinante, com 108 metros de altura e sua velocidade pode atingir até 80 km/h.
Parece até uma daquelas histórias imaginadas por pescadores,
sobre faixas de areia isoladas e baleias que se erguem diante da proa do
barco. Entretanto, esses cenários desenham um roteiro de história e
belas paisagens pelo extremo sul da Bahia. Caravelas é o ponto de partida, a 250 quilômetros de
Porto Seguro. Considerada uma das cidades mais antigas do país, fundada
em 1503, ela é um dos municípios que formam a Costa das Baleias.
Além de ser aquele tipo de lugar para ver a maré descer sem pressa,
é, também, o lugar que passa longe da abordagem comercial agressiva de
outras paragens turísticas da Bahia.
Porém, quem chega a Caravelas parece só ter uma única direção: o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, arquipélago localizado a 70 quilômetros da costa baiana.
Criado no início dos anos 1980 como o primeiro parque nacional marinho do Brasil, Abrolhos possui mais de 91 mil hectares, reunindo grande biodiversidades.
Dicas de hotéis em Caravelas
Marina Porto Abrolhos
A 11 km do centro, na tranquila Praia do
Grauçá, o hotel tem amplos bangalôs de dois andares. Além disso, todos
os seus bangalôs são projetados no estilo da Polinésia.
Abrolhos Dive Inn
Com instalações para a prática de esportes aquáticos, o hotel oferece
também bicicletas gratuitas. A recepção está aberta 24 horas e o hotel
oferece transfer para o aeroporto. Opções de café da manhã continental e
sem glúten estão disponíveis todas as manhãs no Abrolhos Dive Inn.
Casa Rosa – Mar Doce de Abrolhos
Esta casa de temporada possui acomodações com wi-fi gratuito e vista
para o rio. Para quem gosta de praticar atividades ao ar livre, dá para
fazer trilhas a pé e pesca, por exemplo. A Casa Rosa – Mar Doce de
Abrolhos dispõe de 2 quartos, cozinha com micro-ondas e geladeira, além
de 3 banheiros com banheira ou chuveiro, amenidades de banho gratuitas e
máquina de lavar roupa.
Pousada das Sereias
Esta pousada dispõe de quartos com ar-condicionado e também
acomodações para família. Os hóspedes têm à sua disposição um
restaurante e um bar, além de um jardim e wi-fi nas acomodações.
Ilhas de Abrolhos (foto: shutterstock)
Baleias jubarte em Abrolhos
Durante a temporada de baleias jubarte, entre julho e novembro, os animais deixam as águas frias da Antártida para se reproduzirem na região de Abrolhos.
“O ambiente de águas rasas e aquecidas, entre o extremo sul da Bahia e o norte do Espírito Santo, é perfeito para a criação dos filhotes”, explica Eduardo Camargo, diretor executivo do Projeto Baleia Jubarte.
E os números falam por si só: de acordo com o censo de 2015, a região recebeu entre 15 mil e 17 mil baleias.
Baleia jubarte (foto: shutterstock)
E se aqueles gigantes marinhos sempre lembram a rota migratória,
certamente o turista que os vê diante dos olhos nunca mais esquece.
Tem baleia debaixo das embarcações, nas laterais, erguendo-se diante
da proa, dando saltos que permitem ver até 2/3 de seu corpo e, por fim,
exibindo nadadeiras que parecem acenar para quem está embarcando.
O destino abriga, inclusive, uma antiga estação baleeira, que
produzia óleo de baleia para ser usado nas lamparinas da cidade e até na
construção civil.
No centro histórico de Caravelas, os casarões em estilo neoclássico do século 19, assim como as paredes da Igreja Matriz de Santo Antônio, foram erguidos com óleo de baleia.
Igreja Matriz de Santo Antônio, Caravelas (foto: shutterstock)
O que fazer em Abrolhos?
As embarcações turísticas saem de Caravelas e fazem uma viagem que varia de três a quatro horas até Abrolhos.
O arquipélago é formado por cinco ilhas, mas apenas em uma é permitido o desembarque de visitantes. Na Ilha Siriba, por exemplo, é possível fazer uma curta caminhada sob orientação rígida dos monitores do ICMBio.
Os poucos forasteiros que encaram a longa viagem até lá, entretanto,
têm uma recompensa: um mar de águas cristalinas e uma simpática
população de grazinas e atobás brancos, que fazem seus ninhos ao longo
da trilha.
Farol de Santa Bárbara (foto: shutterstock)
Algumas agências que operam em Abrolhos têm
autorização especial para desembarque de passageiros na Santa Bárbara,
ilha que fica fora da área do parque nacional e não permite desembarque
de turistas.
Essa é, aliás, a maior de todo o arquipélago e serve, inclusive, de
moradia temporária para cientistas e militares. Neste local, o maior
atrativo é o farol.
Em funcionamento desde 1861, a construção tem alcance luminoso de
mais de 80 quilômetros de distância e pode ser aceso pelo próprio
turista nas visitas guiadas de final de tarde.
Quem faz os passeios de um dia pode realizar, também, atividades como
observação de aves, snorkeling e mergulho de batismo com cilindro, por
exemplo.
Mergulho em Abrolhos
Se para Charles Darwin as ilhas de Abrolhos eram “de um verde brilhante”, mergulhar por ali é submergir em um mundo aquático de tons únicos.
Feitos apenas com o acompanhamento de um condutor subaquático
cadastrado pelo parque, os mergulhos permitem ver de perto a estrutura
que assustou navegadores nos séculos passados: os chapeirões.
Únicas no mundo, essas formações são colunas de corais que emergem do
fundo do mar, em forma de cogumelos gigantes que podem chegar a 35
metros de altura.
Uma delas é o Chapeirão Faca Cega, um dos pontos de mergulhos menos explorados, por causa da complexidade da operação.
Durante os mergulhos com cilindro, por exemplo, é possível visitar
naufrágios históricos da região, como o cargueiro alemão Santa
Catharina, abatido por uma embarcação inglesa em plena Primeira Guerra Mundial.
Mergulho em Abrolhos (foto: shutterstock)
Para viver tudo aquilo sem pressa, em um destino que não conta com
estrutura turística como hotéis ou restaurante, a melhor opção é
embarcar em um dos liveaboards que operam no arquipélago.
São barcos com roteiros exclusivos para mergulhadores e acompanhantes
que contam com estrutura como cabines, banheiros, praça de mergulho,
tripulação especializada e todas as refeições ao longo de três dias de
navegação.
Na Horizonte Aberto, os catamarãs abrigam até 12 pessoas e contam com
saídas diárias para mergulho, intercaladas com passeios extras, como as
visitas às ilhas Siriba e Santa Bárbara.
Além do mais, a cada retorno do fundo do mar, sempre tem uma mesa
posta com frutas e bolos, feitos ali na embarcação. Ou seja, experiência
completa.
Observação de baleias dos barcos liveaboards (foto: shutterstock)
Em um mesmo dia, dá para ver o o sol pintar a Ilha de Santa Bárbara,
mergulhar entre estruturas únicas de corais, fazer snorkel em águas
turquesas da ilha Siriba e muito mais.
E isso porque ainda têm mais dois dias inteiros de exploração em Abrolhos.
Decidimos desta vez selecionar os 5
países mais baratos para fazer uma viagem!
Assim, você pode conhecer um dos continentes mais historicamente ricos do mundo sem ter que sair do orçamento.
1. Portugal
O grande queridinho dos brasileiros, Portugal foi um dos países mais pesquisados pelos viajantes (como mostra nosso texto dos 5 países mais procurados da Europa), mas talvez um dos motivos disso seja por ser tão barato!
Vista aérea dos prédios coloridos da cidade de Lisboa
Além de ser um dos países cujos voos são alguns dos mais baratos (cerca de dois mil reais do Brasil para Porto), o custo diário em cidades como Lisboa
não são altos, apesar de ser uma das mais visitadas cidades europeias.
Por exemplo, refeições podem variar de 10€ a 20€; passagens para
transporte público custam até 5€; e as diárias de hotéis duas estrelas
variam de 30€ a 60€.
2. Hungria
Os países do Leste Europeu são conhecidos por serem os mais baratos de toda a Europa e, entre eles, a Hungria é a mais escolhida pelos viajantes. E não é à toa: Budapeste,
sua capital, é uma cidade muito impressionante com diversas atrações
históricas e uma gastronomia que surpreende, e, de quebra, possui preços
bem em conta (e relativamente parecidos com os de Portugal, onde o
bilhete do transporte público também chega a 5€; os hotéis duas a três
estrelas vão de 40€ a 60€; e as refeições variam de 10€ a 30€).
Ponta das Correntes, em Budapeste
3. Polônia
Talvez não seja um dos destinos mais procurados do Leste Europeu, mas deveria! A Polônia
foi um dos países que mais sofreu com os resultados da Segunda Guerra
Mundial, mas, hoje em dia, conta com cidades altamente turísticas,
modernas, vibrantes e cheias de história, como a Varsóvia e a Cracóvia.
Os preços também são um grande atrativo do país, que conta com diárias
de hotéis três estrelas a partir de 30€; ótimas refeições que podem
custar apenas 10€; e transporte público de até 3,50€.
Praça do Mercado de Cracóvia
4. Ucrânia
Se a Polônia não está dentro dos países mais visitados da Europa, imagine a Ucrânia.
No entanto, se você quer viajar barato pelo continente europeu, é esse
seu lugar – os preços baixos realmente são inacreditáveis! Para ter uma
noção, as refeições na capital ucraniana Kiev
geralmente não custam mais do que 10€; os bilhetes mensais de
transporte público custam cerca de 3€ (sim, é esse o preço pelo mês
inteiro!); e é possível encontrar hotéis de até quatro estrelas por 60€
ou, se preferir, um hotel duas estrelas por menos de 20€.
Alto da cidade de Kiev, com o Mosteiro de São Miguel das Cúpulas Douradas ao fundo
5. Rússia
Finalmente, para fechar com chave de ouro, o outro queridinho do leste da Europa – a Rússia!
Um dos países mais visitados não só por causa de sua belíssima
arquitetura, cheia de história e muita cor, mas também por seus preços
muito bons. Nas cidades de Moscou e de São Petersburgo,
por exemplo, você pode encontrar hotéis duas a quatro estrelas por
valores que variam de 20€ a 70€ por diária; as refeições vão de 5€ a
15€; e o bilhete unitário do transporte público custa míseros 0,45€!
Praça Vermelha com a Catedral de São Basílio ao fundo, em Moscou
Se você achou que ficou faltando algum país considerado barato e que
vale muito a pena visitar na Europa, deixe suas sugestões nos
comentários!