quinta-feira, 26 de março de 2020

Destinos de aventura, segunda destino será El Chaltén



Onde: Argentina
Quando: Dezembro a Fevereiro
Porquê: Trilhas de montanha
O isolado El Chalten, que fica no Parque Nacional Los Glaciares, é marcado pelos impressionantes picos afiados de Fitzroy e Cerro Torre.



O horizonte do pilar rochoso pode ser visto a partir da cidade e existem muitas, muitas trilhas para se chegar às vias de escalada de classe mundial, incluindo a caminhada diurna de Laguna de los Tres, que termina na base dos picos de granito do Fitzroy.

segunda-feira, 16 de março de 2020

Destinos que são jóias raras para os aventureiros, primeiro destino será na Nova Zelândia

Férias de aventura são tão populares que, na época de alta temporada, é uma tarefa quase tão difícil como encontrar uma vaga de estacionamento em shopping no final de semana. Portanto, se você está em busca de praias verdadeiramente virgens e montanhas sem nenhum youtuber registrando cada passo dado com um pau de selfie, está na hora de abandonar as listas clássicas de melhores destinos e descobrir lugares diferentes.
Reunimos algumas das joias raras no planeta para você aproveitar à sua própria maneira, seja através de uma linda trilha, um mergulho no mar ou uma pedalada na montanha.

1. Wanaka



Trilha do Mount Roy em Wanaka (Nova Zelândia)
© Camilla Stoddart

Onde: Nova Zelândia
Quando: Ano inteiro
Porquê: Para quem tem aventura no sangue, esse é O lugar

Os viciados em adrenalina vão direto para Queenstown para praticar esportes radicais. Mas Wanaka, apenas a uma hora de carro de lá, oferece aventuras igualmente emocionantes num ambiente menor, mais descontraído e incrivelmente belo à beira do lago.







No inverno, Treble Cone é uma estância popular de esqui, enquanto no verão, Wanaka é a porta de entrada para um lago e um playground de montanhas para a prática de esportes aquáticos, trilhas, ciclismo off-road e paraquedismo. O Monte Iron ou o Monte Roy, nas proximidades, oferecem vistas incríveis do Lago Wanaka e das montanhas ao redor.

terça-feira, 10 de março de 2020

Melhores lugares para a pratica de tirolesa no Brasil

A tirolesa é uma atividade que surgiu na região de Tirol, na Áustria e inicialmente era utilizada com forma de transporte de animais, pessoas e mantimentos instaladas entre rios e montanhas. A técnica faz com que os praticantes tenham a sensação de estar voando, sobre um território sem exigir esforços físicos.

Como atividade turística a tirolesa não exige experiências técnicas. No Brasil a atividade é encontrada em diversos estados e cada possui uma peculiaridade diferente algumas são instaladas em mirantes, outras acima de lagos onde é possível se jogar adicionando mais adrenalina, conheça as melhores tirolesas no Brasil .

Lagoa do Jacumã, Rio Grande do Norte. Foto: Divulgação

Tirolesa no Brasil: Engenho, Florianópolis – SC


Localizada dentro Engenho Park em Florianópolis a tirolesa do engenho é considerada a mais radical do Brasil, não por sua extensão com apenas 650 m, mas por sua altura de 220 m que faz com que o praticante possa chegar a 120 km/h. Do topo do Morro dos Macacos é possível avistar a Praia Mole, Joaquina, Inglese, Santinho, Moçambique e Barra da Lagoa.

Mega Tirolesa Pedra Bela


A maior tirolesa do Brasil possui 1900 m de extensão com 190 m de altura e pode atingir velocidade de até 107 km/h. A Mega Tirolesa está situada na cidade de Pedra Bela, município da região de Bragança Paulista.

Tirolesa Voadora, Socorro – SP


A primeira tirolesa voadora do Brasil, nela o aventureiro vai deitado de bruços como se estivesse voando mesmo, possui 1 km de extensão e 140 m de altura seu percurso dura 1 minuto. A instalação está localizada no hotel fazenda Parque dos sonhos.

Tirolesa no Brasil: Adventure Park, Lages – SC


Passando por diversas formações rochosas, a principal atração do Adventure Park possui 1200 m de extensão e seu ponto mais alto 150 m.

Tirolesa no Brasil: Morro de São Paulo – BA


Ao lado do Farol de Morro de São Paulo no mirante está localizada a maior tirolesa dentro d’água do Brasil. São 70 m de altura e 340 de comprimento que levam o aventureiro direto para as águas claras da Primeira Praia.

Tirolesa Alto Astral, Dias d’Ávila – BA


Com uma descida de 500 metros e uma de retorno com 320 metros, a Tirolesa Allto Astral é a tirolesa mais rápida do Brasil e a única com descida noturna. Há 46 km de Salvador, na cidade de Dias d’ Ávila, a tirolesa é ideal para quem quer um dia inteiro de diversão próximo a capital baiana.

Voo do Gavião, Chapada dos Veadeiros – GO


No percurso do Voo do Gavião, é possível contemplar boa parte da geografia da Chapada: Morro da Baleia, Serra das Cobras, Serra Almécegas, Morro da Conceição, Serra da Boa Vista. A tirolesa tem trajeto médio, são 850 metros de extensão a 100 metros de altura e a velocidade média é de 55 km/h.

Lagoa do Jacumã – RN


Uma das mais famosas tirolesas do Brasil, também é conhecida como aerobunda. A tirolesa da Lagoa Jacumã, fica perto de Natal e é uma das paradas de quem faz o passeio até as duanas de Genipabu. A atração tem duração de 15 segundos e sua altura é de 30 metros.

Pedra Caída, Chapada das Mesas – MA


Localizada em Carolina, no estado do Maranhão, a tirolesa do complexo da Pedra Caída percorre cerca de 1200 m de percurso, e seu ponto mais alto é sem dúvidas o melhor lugar para apreciar o pôr do sol na chapada.

Minas do Camaquã – RS


A maior tirolesa do Rio Grande do Sul foi construída no parque Minas Outdoor Sports com 1110 m de comprimento. O trajeto percorre o arroio João Dias saindo do topo da Pedra da Cruz e vai até as proximidades da barragem, sua velocidade pode atingir até 85 km/h.

Praia dos Carneiros – PE


Confira o cenário maravilhoso da Praia dos Carneiros, no Pernambuco, em um zipline alucinante, com 108 metros de altura e sua velocidade pode atingir até 80 km/h.

sexta-feira, 6 de março de 2020

Abrolhos, Parque Nacional Marinho, dicas de como conhecer


Parece até uma daquelas histórias imaginadas por pescadores, sobre faixas de areia isoladas e baleias que se erguem diante da proa do barco. Entretanto, esses cenários desenham um roteiro de história e belas paisagens pelo extremo sul da Bahia.
Caravelas é o ponto de partida, a 250 quilômetros de Porto Seguro. Considerada uma das cidades mais antigas do país, fundada em 1503, ela é um dos municípios que formam a Costa das Baleias.
Além de ser aquele tipo de lugar para ver a maré descer sem pressa, é, também, o lugar que passa longe da abordagem comercial agressiva de outras paragens turísticas da Bahia.
Porém, quem chega a Caravelas parece só ter uma única direção: o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, arquipélago localizado a 70 quilômetros da costa baiana.
Criado no início dos anos 1980 como o primeiro parque nacional marinho do Brasil, Abrolhos possui mais de 91 mil hectares, reunindo grande biodiversidades.

Dicas de hotéis em Caravelas 

Marina Porto Abrolhos

A 11 km do centro, na tranquila Praia do Grauçá, o hotel tem amplos bangalôs de dois andares. Além disso, todos os seus bangalôs são projetados no estilo da Polinésia.

Abrolhos Dive Inn

Com instalações para a prática de esportes aquáticos, o hotel oferece também bicicletas gratuitas. A recepção está aberta 24 horas e o hotel oferece transfer para o aeroporto. Opções de café da manhã continental e sem glúten estão disponíveis todas as manhãs no Abrolhos Dive Inn.

Casa Rosa – Mar Doce de Abrolhos

Esta casa de temporada possui acomodações com wi-fi gratuito e vista para o rio. Para quem gosta de praticar atividades ao ar livre, dá para fazer trilhas a pé e pesca, por exemplo. A Casa Rosa – Mar Doce de Abrolhos dispõe de 2 quartos, cozinha com micro-ondas e geladeira, além de 3 banheiros com banheira ou chuveiro, amenidades de banho gratuitas e máquina de lavar roupa.

Pousada das Sereias 

Esta pousada dispõe de quartos com ar-condicionado e também acomodações para família. Os hóspedes têm à sua disposição um restaurante e um bar, além de um jardim e wi-fi nas acomodações.

Ilhas de Abrolhos (foto: shutterstock)
Ilhas de Abrolhos (foto: shutterstock)

Baleias jubarte em Abrolhos 

Durante a temporada de baleias jubarte, entre julho e novembro, os animais deixam as águas frias da Antártida para se reproduzirem na região de Abrolhos.
“O ambiente de águas rasas e aquecidas, entre o extremo sul da Bahia e o norte do Espírito Santo, é perfeito para a criação dos filhotes”, explica Eduardo Camargo, diretor executivo do Projeto Baleia Jubarte.
E os números falam por si só: de acordo com o censo de 2015, a região recebeu entre 15 mil e 17 mil baleias.

Baleia jubarte (foto: shutterstock)
Baleia jubarte (foto: shutterstock)

E se aqueles gigantes marinhos sempre lembram a rota migratória, certamente o turista que os vê diante dos olhos nunca mais esquece.
Tem baleia debaixo das embarcações, nas laterais, erguendo-se diante da proa, dando saltos que permitem ver até 2/3 de seu corpo e, por fim, exibindo nadadeiras que parecem acenar para quem está embarcando.
O destino abriga, inclusive, uma antiga estação baleeira, que produzia óleo de baleia para ser usado nas lamparinas da cidade e até na construção civil.
No centro histórico de Caravelas, os casarões em estilo neoclássico do século 19, assim como as paredes da Igreja Matriz de Santo Antônio, foram erguidos com óleo de baleia.

Igreja Matriz de Santo Antônio, Caravelas (foto: shutterstock)
Igreja Matriz de Santo Antônio, Caravelas (foto: shutterstock)


O que fazer em Abrolhos?


As embarcações turísticas saem de Caravelas e fazem uma viagem que varia de três a quatro horas até Abrolhos.
O arquipélago é formado por cinco ilhas, mas apenas em uma é permitido o desembarque de visitantes. Na Ilha Siriba, por exemplo, é possível fazer uma curta caminhada sob orientação rígida dos monitores do ICMBio.
Os poucos forasteiros que encaram a longa viagem até lá, entretanto, têm uma recompensa: um mar de águas cristalinas e uma simpática população de grazinas e atobás brancos, que fazem seus ninhos ao longo da trilha.

Farol de Santa Barbara (foto: shutterstock)
Farol de Santa Bárbara (foto: shutterstock)

Algumas agências que operam em Abrolhos têm autorização especial para desembarque de passageiros na Santa Bárbara, ilha que fica fora da área do parque nacional e não permite desembarque de turistas.
Essa é, aliás, a maior de todo o arquipélago e serve, inclusive, de moradia temporária para cientistas e militares. Neste local, o maior atrativo é o farol.
Em funcionamento desde 1861, a construção tem alcance luminoso de mais de 80 quilômetros de distância e pode ser aceso pelo próprio turista nas visitas guiadas de final de tarde.
Quem faz os passeios de um dia pode realizar, também, atividades como observação de aves, snorkeling e mergulho de batismo com cilindro, por exemplo.

Mergulho em Abrolhos


Se para Charles Darwin as ilhas de Abrolhos eram “de um verde brilhante”, mergulhar por ali é submergir em um mundo aquático de tons únicos.
Feitos apenas com o acompanhamento de um condutor subaquático cadastrado pelo parque, os mergulhos permitem ver de perto a estrutura que assustou navegadores nos séculos passados: os chapeirões.
Únicas no mundo, essas formações são colunas de corais que emergem do fundo do mar, em forma de cogumelos gigantes que podem chegar a 35 metros de altura.
Uma delas é o Chapeirão Faca Cega, um dos pontos de mergulhos menos explorados, por causa da complexidade da operação.
Durante os mergulhos com cilindro, por exemplo, é possível visitar naufrágios históricos da região, como o cargueiro alemão Santa Catharina, abatido por uma embarcação inglesa em plena Primeira Guerra Mundial.

Mergulho em Abrolhos (foto: shutterstock)
Mergulho em Abrolhos (foto: shutterstock)

Para viver tudo aquilo sem pressa, em um destino que não conta com estrutura turística como hotéis ou restaurante, a melhor opção é embarcar em um dos liveaboards que operam no arquipélago.
São barcos com roteiros exclusivos para mergulhadores e acompanhantes que contam com estrutura como cabines, banheiros, praça de mergulho, tripulação especializada e todas as refeições ao longo de três dias de navegação.
Na Horizonte Aberto, os catamarãs abrigam até 12 pessoas e contam com saídas diárias para mergulho, intercaladas com passeios extras, como as visitas às ilhas Siriba e Santa Bárbara.
Além do mais, a cada retorno do fundo do mar, sempre tem uma mesa posta com frutas e bolos, feitos ali na embarcação. Ou seja, experiência completa.

Observação de baleias dos barcos liveaboards
Observação de baleias dos barcos liveaboards (foto: shutterstock)

Em um mesmo dia, dá para ver o o sol pintar a Ilha de Santa Bárbara, mergulhar entre estruturas únicas de corais, fazer snorkel em águas turquesas da ilha Siriba e muito mais.
E isso porque ainda têm mais dois dias inteiros de exploração em Abrolhos.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Os 5 países mais baratos da Europa


Decidimos desta vez selecionar os 5 países mais baratos para fazer uma viagem!
Assim, você pode conhecer um dos continentes mais historicamente ricos do mundo sem ter que sair do orçamento.

1. Portugal

O grande queridinho dos brasileiros, Portugal foi um dos países mais pesquisados pelos viajantes (como mostra nosso texto dos 5 países mais procurados da Europa), mas talvez um dos motivos disso seja por ser tão barato!

Vista aérea dos prédios coloridos da cidade de Lisboa
Além de ser um dos países cujos voos são alguns dos mais baratos (cerca de dois mil reais do Brasil para Porto), o custo diário em cidades como Lisboa não são altos, apesar de ser uma das mais visitadas cidades europeias. Por exemplo, refeições podem variar de 10€ a 20€; passagens para transporte público custam até 5€; e as diárias de hotéis duas estrelas variam de 30€ a 60€.

2. Hungria

Os países do Leste Europeu são conhecidos por serem os mais baratos de toda a Europa e, entre eles, a Hungria é a mais escolhida pelos viajantes. E não é à toa: Budapeste, sua capital, é uma cidade muito impressionante com diversas atrações históricas e uma gastronomia que surpreende, e, de quebra, possui preços bem em conta (e relativamente parecidos com os de Portugal, onde o bilhete do transporte público também chega a 5€; os hotéis duas a três estrelas vão de 40€ a 60€; e as refeições variam de 10€ a 30€).

Ponta das Correntes, em Budapeste

3. Polônia

Talvez não seja um dos destinos mais procurados do Leste Europeu, mas deveria! A Polônia foi um dos países que mais sofreu com os resultados da Segunda Guerra Mundial, mas, hoje em dia, conta com cidades altamente turísticas, modernas, vibrantes e cheias de história, como a Varsóvia e a Cracóvia. Os preços também são um grande atrativo do país, que conta com diárias de hotéis três estrelas a partir de 30€; ótimas refeições que podem custar apenas 10€; e transporte público de até 3,50€.

Praça do Mercado de Cracóvia

4. Ucrânia

Se a Polônia não está dentro dos países mais visitados da Europa, imagine a Ucrânia. No entanto, se você quer viajar barato pelo continente europeu, é esse seu lugar – os preços baixos realmente são inacreditáveis! Para ter uma noção, as refeições na capital ucraniana Kiev geralmente não custam mais do que 10€; os bilhetes mensais de transporte público custam cerca de 3€ (sim, é esse o preço pelo mês inteiro!); e é possível encontrar hotéis de até quatro estrelas por 60€ ou, se preferir, um hotel duas estrelas por menos de 20€.

Alto da cidade de Kiev, com o Mosteiro de São Miguel das Cúpulas Douradas ao fundo

5. Rússia

Finalmente, para fechar com chave de ouro, o outro queridinho do leste da Europa – a Rússia! Um dos países mais visitados não só por causa de sua belíssima arquitetura, cheia de história e muita cor, mas também por seus preços muito bons. Nas cidades de Moscou e de São Petersburgo, por exemplo, você pode encontrar hotéis duas a quatro estrelas por valores que variam de 20€ a 70€ por diária; as refeições vão de 5€ a 15€; e o bilhete unitário do transporte público custa míseros 0,45€!

Praça Vermelha com a Catedral de São Basílio ao fundo, em Moscou
Se você achou que ficou faltando algum país considerado barato e que vale muito a pena visitar na Europa, deixe suas sugestões nos comentários!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Conheça um pouco mais sobre a Suíça

Encante-se com um dos países com a melhor qualidade de vida do mundo!

Se você sonha em conhecer a Suíça, mas seu conhecimento sobre o país se restringe a chocolates, relógios e canivetes, fique de olho nesse post, pois ele foi feito para você!
Mais do que falar sobre sua beleza extraordinária, o trazemos hoje algumas curiosidades interessantes sobre o país. Vamos lá?

Um país de diversas línguas


Muitas pessoas acham que o idioma oficial da Suíça é o francês. Na verdade, este é apenas um deles, e nem é o mais falado entre a população. O país possui no total 4 línguas oficiais: alemão, italiano, romanche e, claro, o francês. Tal diversidade é por conta de suas fronteiras, cujos países vizinhos possuem um dos idiomas oficiais como língua materna também. Dependendo do local, os habitantes podem falar mais uma língua.
Por sua localização geográfica, a Suíça não possui áreas litorâneas, o que é compensado por uma cadeia de montanhas, os Alpes Suíços, que ocupam 60% de seu território e são uma atração a parte.
O país está no centro da Europa e, por conta disso e das divisas com diversos outros países, possui muitas diferenças culturais, o que torna a experiência de visitá-lo sempre muito enriquecedora.

Conheça um pouco mais sobre a Suíça

Paz e Amor


A Suíça tem a notória fama de ser um país neutro. E é verdade. O país se declara neutro desde o século XVI, mas essa neutralidade só veio a ser aprovada em 1815, com o Congresso de Viena. Em 1945, a condição foi reconhecida pela ONU.
Isso significa que o país não faz alianças militares com nenhum outro país e tampouco se interfere em guerras, mantendo uma relação diplomática com outras nações. A neutralidade também o impede de vender materiais bélicos.
Ele não faz parte da União Soviética, mas é um dos signatários do Tratado de Schengen.

Morar na Suíça


A Suíça é considerada um dos melhores países para se nascer e algumas de suas cidades são consideras umas das melhores para se viver. Isso porque o país oferece segurança, educação e qualidade de vida altíssimos. O país também adota Democracia Direta, onde todos os cidadãos podem participar do processo de tomada de decisões. Mas tudo tem seu preço.
Há alguns anos, foi rejeitado pela população um referendo que propunha um salário mínimo de 10 mil reais, na época. Apesar do valor absurdo, os salários médios no país também são bastante elevados aos olhos de quem é de fora. Porém, é necessário lembrar que a Suíça tem um custo de vida alto e nem tudo é luxo, como pensamos.
Como o país não oferece um sistema de saúde pública, todos os seus cidadãos são obrigados a possuir convênio particular. O aluguel também é salgado, e consome em média um terço do salário dos suíços.
Viver na Suíça e ter um trabalho formal é uma difícil missão. Por conta de uma regularização, as vagas de trabalho priorizam candidatos com cidadania suíça e, em seguida, europeus no geral. Demais nacionalidades encontram grandes dificuldades no mercado de trabalho e lhes é exigida qualificação diferenciada.
O país tem, atualmente, cerca de 8 milhões de habitantes, população menor do que a de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.

Conheça um pouco mais sobre a Suíça

Visitar a Suíça


A Suíça é um dos países europeus que não exigem visto para o turista. Ao chegar lá, como em todos os países do Tratado de Schengen, você receberá uma permissão para ficar, no máximo, durante 90 dias no país.
No turismo, o país não decepciona. Além dos famosos Alpes, a Suíça possui paisagens, edifícios e monumentos históricos que valem a pena serem visitados, como: a casa de Albert Einstein, em Berna; a Catedral de São Nicolau, construída no século 15, em Friburgo; a estação de trem mais alta da Europa, que fica no Monte Jungfrau, nos Alpes Berneses; o Lago Lugano, que faz divisa com a Itália e oferece uma linda vista e, para os amantes de esqui, St. Moritz.

Conheça um pouco mais sobre a Suíça
Para aproveitar tudo o que o país oferece, você deve levar o Franco Suíço, que é a moeda oficial do país.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Turismo Macabro em São Paulo

Em seus 464 anos de existência, a cidade de São Paulo coleciona supostas assombrações, crimes macabros e até mesmo milagres.
Com cerca de 12 milhões de habitantes e sendo a 6ª maior metrópole do planeta, a capital paulistana possui mistérios nunca solucionados escondidos sob sua aparência cinza e séria, típica da Terra da Garoa.
Capela Nossa Senhora dos Aflitos: Erguida em 1779, quando o Brasil ainda era uma colônia de Portugal, a Capela dos Aflitos servia de velório e local de extrema-unção para aqueles que seriam executados no Largo da Forca (atual Praça da Liberdade). Na época, era comum o sepultamento nas regiões periféricas às Igrejas e Capelas, e neste verdadeiro cemitério a céu aberto eram enterrados apenas os marginalizados da sociedade, desde escravos, prostitutas e até mesmo os supliciados, aqueles que eram executados publicamente.
Esquema ilustrando a geografia da atual Praça da Liberdade no período colonial. Fonte: Folha de S. Paulo
Em 1821, o Cabo Francisco das Chagas, conhecido popularmente como Chaguinhas, liderou rebelião nativista do Primeiro Batalhão de Caçadores contra as condições de trabalho análogas à escravidão que viviam: enquanto os soldados nascidos em Portugal tinham o salário em dia, os nativos recebiam os salários com um atraso de 3 a 4 anos. 
Chagas foi condenado à forca, porém a corda rompeu 3 vezes, o que fez com que a população entendesse aquilo como um sinal divino e clamaram por Liberdade (é daí que se origina o nome do bairro). Mesmo assim, os executores ignoraram o tal milagre e estrangularam-no com uma tira de couro.
Até hoje, muitos paulistanos consideram Francisco um mártir e o canonizaram como um santo, e na capela dos aflitos é possível ver placas e homenagens agradecendo às graças alcançadas na cela da Capela dos Aflitos onde supostamente ele passou sua última noite.
Cela de Chaguinhas com homenagens deixadas por fiéis. Foto: Bárbara Cristina Caldeira
Theatro Municipal de São Paulo: Apesar do cenário clichê, por já ter sido a habitação de muitos romances do gênero, tal como O Fantasma da Ópera, de Gaston Leroux, o Theatro Municipal é considerado assombrado por muitos seguranças, funcionários e turistas do local. As pessoas acreditam com veemência que os espectros de artistas que lá se apresentavam permanecem presos ao prédio e, segundo as testemunhas, ainda são vistos em seus camarins. Vigias noturnos já relataram ouvir óperas sendo cantadas e pianos sendo dedilhados mesmo com o Theatro vazio, sem qualquer artista que ao menos estivesse vivo.
Foto: Fundação Theatro Municipal de São Paulo
Edifício Martinelli: Idealizado por Giuseppe Martinelli, o edifício que carrega seu nome foi o primeiro arranha-céu da capital. Em seus anos de ouro, após a inauguração às pressas em 1922, o Martinelli abrigava a mais fina nata da elite paulistana com hotéis de luxo e cinemas – mesmo a obra sendo concluída por completo apenas em 1934, quando o prédio atingiu os 30 andares, além da mansão instalada em seu topo.
Com a chegada da segunda guerra mundial, o governo brasileiro tomou o edifício para si em 1943, e a partir de 1950 a construção entrou em estado de abandono e degradação extrema, se tornando um dos maiores cortiços de São Paulo.
Com o tempo, o Martinelli se tornou um verdadeiro inferno de Dante: em seus andares encontravam-se cabarés, prostíbulos, tráfico de drogas e clínicas de aborto ilegal, e não demorou muito para que o prédio também se tornasse o refúgio de muitos ladrões e assassinos procurados. Nesta época, os elevadores pararam de funcionar, e todo lixo produzido era jogado nos fossos dos elevadores – e o entulho chegou a atingir nove andares! Nove andares de lixo e restos mortais.
Após vários assassinatos ocorridos no local, o governo decidiu restaurar o prédio na década de 70, mas ainda é possível sentir a pesada aura que se instalou no Martinelli até os dias de hoje.
Foto: Ana Mello
 
Fonte: https://falauniversidades.com.br/lugares-mal-assombrados-sao-paulo%ef%bb%bf/ 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Destinos gastronômicos da Europa, confira 5 opções


Podemos não perceber na hora de montar o roteiro, mas a gastronomia faz parte das principais atrações de uma viagem. E quando essa viagem é para a Europa, o que não falta é comida boa!
Além de museus, castelos, catedrais, monumentos históricos e tantos outros passeios que fazemos, é também a gastronomia que nos permite mergulhar na verdadeira cultura daquela região. Através das comidas típicas, temos a oportunidade de aprender sobre sua história e suas tradições, experimentar sabores únicos daquele lugar e ainda viver o dia a dia de um nativo.
Por isso, fazer os famosos passeios e visitar as principais atrações de um país é tão importante (e delicioso!) quanto conhecer sua gastronomia. E se você é fã de comida e quer conhecer uma gastronomia rica, há alguns países que não podem deixar de entrar na sua bucket list. Confira abaixo os 5 destinos mais gastronômicos da Europa!

1. Itália

É claro que a Itália está em primeiro lugar da nossa lista. Centenas de tipos de massas, pizzas, pães, risotos, gelato, tiramisù… A lista não acaba nunca! Uma das gastronomias mais famosas do mundo, a comida italiana agrada a todos justamente por causa de sua grande variedade e de incluir produtos frescos e temperos irresistíveis, tudo feito à mão e com muito cuidado.

Vista aérea da cidade de Nápoles

Para conhecer a verdadeira gastronomia italiana, não deixe de ir a Nápoles, o berço da pizza napolitana; Florença, região da Toscana conhecida por seu azeite, e onde acredita-se ter nascido a bruschetta; Bolonha, que ganhou seu nome justamente porque foi dali que veio o molho à bolonhesa; e, é claro, Roma, simplesmente pela imensa variedade de comida e restaurantes que existe por lá.

2. França

Enquanto a gastronomia italiana é uma das mais fartas e caseiras da Europa, a francesa já é a mais requintada. Inclui desde pratos refinados e receitas complexas, como o ratatouille, coq au vin e bouillabaisse, até doces e massas extremamente leves e deliciosos, como croissants, crepes, crème brûlée, macarons, profiteroles e muito mais. Visitar a França é realmente uma experiência completamente gastronômica!

Caixa de macarons da Ladurée, famosa loja de doces de Paris – Foto: Daryle Dickens
Cidade de Lyon, capital mundial da gastronomia
Não deixe de ir a cidades como Lyon, conhecida como a capital mundial da gastronomia; Dijon, famosa pela mostarda de mesmo nome; Toulouse, uma pequena cidade charmosa que tem como especialidade o cassoulet, um dos principais pratos típicos do país; e, é claro, Paris, um dos maiores pólos gastronômicos do mundo e o maior da França.

3. Portugal

Há muitas qualidades que herdamos dos portugueses, e uma delas é, com certeza, a gastronomia! Até hoje, alguns dos pratos que os brasileiros mais preparam são de origem portuguesa, como o bacalhau, o quindim (em Portugal, esse doce é conhecido como “Brisa do Lis”) e até a feijoada, que acredita-se ter nascido na Europa e, muito provavelmente, em Portugal! Além disso, temos também os queridinhos – o pastel de belém ou o pastel de nata, a broa, o pastel de santa clara e os bolinhos de bacalhau.

Pastéis de Belém


Sesimbra, uma pequena vila da região de Setúbal
As maiores cidades gastronômicas de Portugal são Porto e Lisboa, com uma incrível variedade de restaurantes e comidas. No entanto, outras cidades também chamam atenção, como Aveiro, o berço dos “ovos moles de Aveiro”, um dos mais famosos doces portugueses; Coimbra, onde nasceu a tradição dos pastéis de santa clara (assim como os pastéis de Belém são de Lisboa); e Setúbal, região conhecida pelos pratos de peixes e frutos do mar frescos.

4. Alemanha

Apesar de ser uma gastronomia um pouco mais pesada, principalmente por ter sua base em carnes e batatas, a Alemanha tem alguns dos pratos típicos mais saborosos da Europa. Os nomes podem ser difíceis de pronunciar, mas não se preocupe – o importante é degustar toda essa comida rica e farta que deixa qualquer um com água na boca! Os pratos mais famosos incluem os mais variados tipos de salsichas (bratwurst, a salsicha assada; weisswurst, a salsicha branca da região de Baviera; currywurst, a salsicha de Berlim etc.), o bretzel (mais popularmente conhecido como “pretzel”), o sauerkraut (ou chucrute, em português), o eisbein (joelho de porco) e, é claro, as diversas e deliciosas cervejas artesanais alemãs, que não poderiam ficar de fora.

Prato de salsicha weisswurst com bretzel
 
Markthalle Neun, um famoso mercado de comida em Berlim – Foto: Hello Jetlag
Berlim, além de ter o currywurst como sua salsicha típica, conta com milhares de restaurantes das mais variadas culinárias, tanto alemã como de outros países da Europa e do mundo. Mas para pratos bem tradicionais, não deixe de visitar também Stuttgart, cuja especialidade é o maultaschen, uma espécie de ravióli alemão com carne e espinafre; a região de Vestfália, que produz o mais famoso pumpernickel, delicioso pão de centeio; e Hamburgo, onde foi inventado o hambúrguer.

5. Suíça

Entre tantas gastronomias ricas e famosas da Europa, alguns podem ficar surpresos de ver a Suíça na lista. No entanto, se formos analisar bem, seus pratos típicos, além de deliciosos, são muito populares até aqui mesmo no Brasil. Não há exemplo melhor que o fondue, uma especialidade suíça que é reproduzida e amada pelos brasileiros, principalmente em lugares gelados, como Campos do Jordão e Gramado. Mas a gastronomia da Suíça vai muito além do fondue – experimente ainda o rösti, um saboroso “bolo” de batata; o gipfeli, a versão suíça do croissant; e o raclette, queijo derretido usado para incrementar vários tipos de comida, como batatas, carnes e pães.

Fondue com uma bela vista
Chocolates da fábrica Läderach, em Zurique – Foto: Kate Hopkins

Não podemos esquecer também que um dos produtos mais consumidos no mundo inteiro é o chocolate, e o suíço é considerado o melhor de todos! Inclusive, foi na Suíça que surgiu a invenção do chocolate ao leite – não é à toa que é conhecido como o país do chocolate. Para experimentar suas melhores especialidades, visite as cidades de Berna, que reflete com primor o melhor da gastronomia suíça; Engelberg, uma cidadezinha dos Alpes que possui os melhores queijos do país; e as famosas e lindas cidades de Zurique e Genebra, que contam com incríveis restaurantes para comer seus pratos típicos, além das melhores fábricas de chocolate da Europa e do mundo.
E você achou que faltou algum país da Europa que tem uma gastronomia deliciosa que tenha experimentado?

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Destinos para curti ecoturismo

Uma forma de unir natureza, relaxamento e belíssimas paisagens.


Nos dias de hoje, o turismo ecológico tem sido cada vez mais procurado por viajantes do mundo todo. Segundo um índice divulgado pela Organização Mundial do Turismo, o ecoturismo cresce mais de 20% ao ano. Certamente um dos motivos é a necessidade que muitas pessoas sentem de suprir a falta de contato com a natureza no dia a dia.
Afinal, contemplar o verde das vegetações e o azul do céu proporciona benefícios reais para a saúde, dentre eles a redução do estresse, auxílio na memória e também melhora na capacidade de concentração.
Por isso, neste artigo estão listados destinos imperdíveis para quem deseja viver uma experiência de ecoturismo. Além de dicas que vão ajudar no planejamento para garantir uma viagem com o mínimo de imprevistos.

Quais as cidades ideais para quem busca turismo ecológico?

Aqui vai uma pequena seleção de 5 destinos altamente cobiçados por quem busca viajar para intensificar o contato com a natureza:

Machu Picchu, Peru

5 destinos para quem ama ecoturismo
Mais do que uma imersão na natureza, em Machu Picchu os visitantes têm a chance de reviver o passado e se reconectar com o presente por meio da contemplação de paisagens realmente deslumbrantes.
Passeios na selva, trilhas ecológicas, banho de cachoeira, contato com os animais e muito mais – tudo isso pode ser experimentado durante a viagem. Também existem passeios saindo de Machu Picchu que vão até destinos como a famosa Montanha das Sete Cores e o Lago Humantay.

Deserto de Atacama, Chile

5 destinos para quem ama ecoturismo
O Deserto de Atacama, no Chile, possui cerca de 1000 km de extensão e está a 2.440m até 6.885m acima do nível do mar – o que lhe confere o título de deserto mais alto do mundo. Outro dado importante é que as temperaturas no Atacama variam de 0ºC à noite e 40ºC de dia.
Ao visitar o Deserto do Atacama o turista tem a chance de contemplar dunas avermelhadas, águas cristalinas e vulcões (como o vulcão Licancabur). A paisagem é encantadora e lembra muito uma pintura cuidadosamente desenhada.

Ushuaia, Argentina


Não é em qualquer lugar do mundo que se pode fazer uma caminhada com pinguins, mas essa é uma possibilidade real no próximo destino da lista.
Ushuaia é conhecida como a Patagônia da Argentina e dentre os seus destaques estão as atrações destinadas ao ecoturismo – trekking, esqui, snowboard, trilhas, canoagem etc. Isso para não mencionar a gastronomia que é sempre um espetáculo à parte na Terra dos Hermanos – ótimo para recarregar as energias.

Queenstown, Nova Zelândia

5 destinos para quem ama ecoturismo
A cidade de Queenstown situada na Ilha do Sul da Nova Zelândia é um dos principais destinos de quem visita o país. Afinal, não faltam motivos para se apaixonar por tudo o que a região pode oferecer, sobretudo àqueles que buscam turismo ecológico.
Ao chegar em Queenstown é possível escolher entre passear de barco – Jet boats – por entre falésias, esquiar, saltar de paraquedas, pular de bungee jumping e muito mais. Tudo isso em meio a belíssimos cenários naturais.

Sydney, Austrália

5 destinos para quem ama ecoturismo
É difícil falar em contato com a natureza sem citar o país do surfe. A Austrália fica na Oceania e o seu território é quase todo rodeado pelo mar, por isso há inúmeras praias em toda a sua extensão – o cenário ideal para o surfe.
Se a sua intenção é encontrar um destino para praticar atividades aquáticas como o surfe, mas também snorkel, canoagem, jet ski entre outros, saiba que a Austrália é o seu lugar.

O que não pode faltar em uma viagem de turismo ecológico?

Depois de conhecer 5 destinos ideais para uma viagem de imersão na natureza, é hora de se atentar ao planejamento. Afinal, nada como poder desfrutar dias de descanso com toda a paz e tranquilidade que muita gente busca quando está de férias.
Por isso, a seguir estão algumas dicas importantes que podem lhe ajudar com os detalhes.

Itens essenciais

Protetor solar, repelente, chapéu – ou viseira –, capa de chuva, lanterna, sapatos confortáveis, relógio e dinheiro em espécie. Sobre o dinheiro, lembre-se que em destinos mais remotos nem sempre a internet funciona como deveria, por isso, contar só com cartões pode ser um mau negócio.
Compre moeda estrangeira antes de embarcar, ou no aeroporto em uma das lojas de cotação antes de decolar para o seu destino, e livre-se dessa preocupação.

Documentos

Veja quais países exigem visto de brasileiros e quais dele dispensam o documento. Resolva essa etapa burocrática com antecedência e fique livre para dar continuidade ao planejamento. Também verifique se há alguma exigência a respeito de algum tipo de vacina, como a da Febre Amarela.

Tipo de bagagem

Em uma viagem cujo foco é o turismo ecológico é importante ter consigo malas fáceis de carregar, pois isso facilita a mobilidade durante o passeio. Dê preferência para mochilas cargueiras ou mochilas de trekking em vez de bagagens tradicionais.
Já decidiu para onde será a sua próxima viagem? Turista esperto se previne e não deixa que nada estrague a sua experiência. Para isso a Cotação oferece diferentes soluções em câmbio para as mais diversas experiências – cartões pré-pago internacionais, moeda estrangeira em espécie, transferências internacionais entre outras.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Cristo Redentor, guia completo


Vir ao Rio de Janeiro e não visitar o Cristo Redentor é como ir a Paris e não ver a Torre Eiffel, né? É parada obrigatória no seu roteiro do que fazer no Rio.
Admirar sua beleza de longe, o que é possível de inúmeros pontos da cidade, já é incrível!
Mas o Cristo Redentor é o tipo de ponto turístico que vale a pena ver de perto também.
A estátua é enorme e a vista do mirante é sensacional! É aquele momento que você se sente pequeno diante da grandiosidade de um lugar.
Aqui vamos te contar tudo que você precisa saber antes de visitar uma das 7 maravilhas do mundo moderno!

Sobre o Cristo Redentor

Além de ser considerado parte da paisagem do Rio de Janeiro, em 2012 o monumento do Cristo Redentor entrou na lista de patrimônios da humanidade da UNESCO, o que faz todo sentido, né?
Quem pensa nas paisagens do Rio automaticamente pensa no Cristo Redentor.
A enorme estátua está a 709 metros acima do nível do mar.
O Cristo tem 30 metros de altura, sem contar com o pedestal, que são mais 8 metros.
Seus braços abertos sobre a Guanabara têm 28 metros de largura e essa grandiosidade toda foi esculpida na pedra sabão e concreto armado, entre os anos de 1922-1931.cristo redentor 1931
Desde a época do Império, o morro do Corcovado já era uma atração turística no Rio de Janeiro.
D. Pedro II, já sabendo da popularidade do morro, construiu uma estrada de ferro na região para atrair e facilitar o acesso.
Anos depois, um padre teve a ideia de construir um monumento religioso na cidade.
Foi feito um concurso para escolher o que seria construído e o engenheiro Heitor da Silva Costa ganhou com a ideia do Cristo de braços abertos para a cidade do Rio.
A ideia fez tanto sucesso e deixou o povo carioca tão entusiasmado que a construção toda foi paga através de doações.
cristo redentor construção
A estátua foi inaugurada no dia 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida.

Onde fica o Cristo Redentor

O Cristo Redentor fica no topo do morro do Corcovado, que faz parte da Floresta da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo.
De São Cristóvão até o Leblon é possível ver a estátua do Cristo.
Na verdade, se você olhar bem, o Cristo é visto de quase todos os pontos e regiões da Grande Rio.
A subida principal para o Cristo Redentor, de trenzinho, é no bairro do Cosme Velho na Zona sul do Rio de Janeiro.
Então podemos dizer que ele fica no Cosme Velho.
Mas também podemos dizer que ele fica na estrada das Paineiras, onde tem outro ponto de subida já bem mais perto do topo.
Que, aliás, é um lugar super-gostoso do Rio, onde os cariocas gostam de praticar esportes e tomar um banho nas geladas quedas d’águas que ficam na beira da estrada, perfeitas para aliviar o calorão carioca.
A estrada é linda, e do mirante das paineiras você já consegue ter um gostinho do que vai ser ver a vista ainda mais de cima, do Cristo Redentor.
Os morros do Rio têm localizações confusas, mas o importante mesmo é saber como chegar lá.
Abaixo vamos te dar todas as opções de subida e você pode escolher a que se enquadra mais no seu perfil e no seu bolso.

Como Chegar no Cristo Redentor e Valores

Existem algumas opções de subida para visitar o Cristo Redentor.
Você pode subir de van autorizada, trem, carro próprio ou, para quem quer economizar e fazer uma aventura, tem a opção de subir de bike ou pela trilha.
A forma que você escolher subir vai alterar o preço que você vai pagar.
Os valores também mudam quando é alta temporada.
Abaixo vamos explicar como subir em cada uma dessas opções e quanto custa.

De vans autorizadas

van cristo redentor

Uma opção rápida e prática é subir com as vans autorizadas.
Você compra seu ingresso pela internet no site da empresa paineiras-corcovado, escolhe seu ponto de saída, horário e pronto.
Pontos de saída:
Largo do Machado e Copacabana – alta temporada: 74,00 / baixa temporada: 61,00
Barra da Tijuca – alta temporada: 103,00 / baixa temporada: 90,00
Paineiras – alta temporada: 41,00 / baixa temporada: 28,00
Confirmar preços atualizados.
O centro de visitante Paineiras foi inaugurado recentemente no antigo Hotel Paineiras.
É uma ótima parada para tomar um café com vista para a cidade e comprar uns souveniers.
O espaço também conta com uma exposição permanente e tem guichê onde você pode adquirir seu ticket de subida para o Cristo na hora.
Funciona de 8h – 19h, porém a bilheteria fecha às 18h.

De trem do Corcovado

trem corcovado

Acho que essa é a forma mais legal, pois também é a mais diferente.
O trem passa pelo meio da floresta, em alguns momentos pelos antigos trilhos do morro do Corcovado.
A subida dura uns 30 minutos e o caminho é lindo!
O horário de funcionamento do trem é de 8h às 19h. O trem sobe de 30 em 30 minutos e é necessário agendar seu horário com antecedência.
Para descer, você pode pegar qualquer um.
trem cristo redentor
O trem sai do Cosme Velho e é bem fácil achar o local. Fica em frente à Paróquia de São Judas Tadeu, que é uma igreja bem grande e é aonde a maioria dos turistas estarão.
A melhor forma de chegar lá é de metrô + integração.
Desce na estação do Largo do Machado e pega a integração da linha 580 – Cosme Velho.
Pede para o motorista te avisar onde desce, mas com certeza vai ser o ponto que vai esvaziar o ônibus.
Não tem erro!
Alguns ônibus de linha também passam por lá:
  • Linhas 583 e 584, que circulam praticamente por toda a Zona Sul.
  • Linhas 497 (Penha), 422 (Grajaú), 498 (circular da Penha), 117 (troncal 7), que passam pelo centro da cidade.
Valores: Confirmar valores atualizados
  • Alta temporada, finais de semana e feriados – 74,00
  • Baixa temporada – 61,00
  • Crianças de 5-11 anos – 48,00
  • Brasileiros acima de 60 anos – 24,00
  • Crianças até 5 anos tem gratuidade e devem ir no colo dos responsáveis.

De carro ou de bike

Não é a opção mais indicada, pois pode ser difícil achar vaga por lá e ainda é necessário pegar e pagar a van para chegar no Cristo Redentor.
Mas se você preferir essa opção, a melhor maneira é subir pelo Cosme Velho a ladeira dos Guararapes até a Conselheiro Lampreia.
Segue a placa para o Corcovado-mirante. É um subidão mesmo!
Você provavelmente vai começar a ver carros estacionados pela estrada, e essa vai ser a hora de começar a procurar sua vaga.
Costuma ter cobrador na região.
Essa subida é a mesma que você pode pegar se for de bike. A subida é super íngreme, então realmente tem que ter preparo.
Você também pode subir pelo outro lado, pelo Horto ou pelo Alto da Boa Vista.

Valores da van saindo do centro de visitantes:
Confirmar valores atualizados
  • Alta temporada – 41,00
  • Baixa temporada – 28,00

De trilha

trilha cristo redentor

A opção mais econômica é subir de trilha.
Apesar de ser mais barata, tem que ter disposição, pois é uma trilha de 1:30 com bastante subida.
Ela começa no Parque Lage e o acesso se dá através do caminho de paralelepípedo a esquerda do casarão, onde você vai encontrar uma casinha de pedra.
São 2,3 km de caminhada (subida e descida) com uma duração total de umas 3 horas.
É de dificuldade moderada.
A trilha passa pela antiga estrada de ferro do Corcovado, e dali você já começa a ter um gostinho da vista incrível que você vai ter lá de cima.
Mesmo indo de trilha, é preciso pagar a entrada no Cristo.
O cansaço todo da caminhada vai ser compensado quando você lembrar da economia que fez e quando se deparar com a vista sensacional do Rio de Janeiro de cima!
Valores:
Confirmar valores atualizados
  • Alta temporada, finais de semana e feriados – 26,00
  • Baixa temporada – 13,00
  • Crianças até 11, brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil acima de 60 anos não pagam.

Quando Visitar

O clima no Rio em qualquer época do ano costuma ser bom.
O Cristo Redentor dificilmente estará vazio, por sua popularidade. Se puder evitar finais de semana e feriados, melhor.
Além de ser mais cheio, é mais caro.
Na alta temporada, que no Rio coincidem com as férias escolares, com certeza estará cheio.
É bom ter isso em mente para não se estressar.
Porém, a vista do Cristo e para o Cristo são incríveis e fazem tudo valer a pena!
Antes de reservar sua ida ao Cristo Redentor, cheque a previsão do tempo.
Dias nublados ou chuvosos podem tirar toda a visibilidade da cidade e até do próprio Cristo.
Tente ir em dias ensolarados!
Durante a semana o movimento é menor e os primeiros horários costumam estar mais vazios.
Quanto mais tarde, mais cheio.
Então se programe para ir cedinho, aproveitar bastante lá em cima, tirar muitas fotos e depois você ainda vai ter tempo de curtir outros pontos turísticos da cidade.

Informações Extras

O Cristo Redentor com certeza é o tipo de programa que não pode faltar na sua ida ao Rio!
Abaixo vamos fazer aquela listinha do que você não pode esquecer quando for fazer esse passeio:
  1. Leve sua garrafa de água (principalmente se for pela trilha)
  2. Comidinhas; lá em cima as opções de comida são carinhas, então se quiser economizar, leve um lanchinho
  3. Protetor solar, boné/chapéu e óculos escuros; o mirante é aberto e dependendo do horário o sol vai estar de rachar. Vá preparado!
  4. Guarde seu ticket da subida, pois você vai precisar apresentar ele na volta!
E claro, leve uma máquina ou seu celular para tirar muitas fotos e guardar muitas lembranças do dia em que você visitou uma das 7 maravilhas do mundo moderno!
Visitar o Cristo é uma experiência incrível!
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